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  • Iniciativas de inovação aceleram digitalização

    A digitalização prevê a integração de diferentes áreas e, para tanto, requer que esse contato seja satisfatório. Com o objetivo de otimizar essa troca de ideias entre as áreas, as empresas têm investido em centros de inovação, palco para geração de conhecimentos.

     

    No caso da Siemens, a busca por boas práticas de inovação ocasionou a criação de uma área de investimento em startups, a qual financia o desenvolvimento de soluções por novas empresas e depois, se aprovadas, as integra ao seu negócio.

     

    De acordo com Simone Ortelan, analista de inteligência de mercado da Siemens, a digitalização tem um papel-chave na redução do tempo de desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços, flexibilização e customização da produção e aumento da eficiência de processos. A partir disso, é possível perceber o quão fundamental é investir nesse processo.

     

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  • O Instituto Físico e Técnico, 1894

    Werner von Siemens sempre dizia que a ciência e a tecnologia só poderiam funcionar juntas. Seu apoio ajudou a estabelecer a primeira instituição estatal alemã de pesquisa básica: o Instituto Físico e Técnico (Physikalisch-Technische Reichsanstalt) em Berlim, em 1887, que é ainda – hoje sob o nome de Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) – um dos principais pilares da pesquisa científica na Alemanha. 

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  • Primeiro carro elétrico, 1881

    A Siemens & Halske construiu a primeira linha de bonde elétrico do mundo por conta própria. A linha de 2.5 km ligava a estação de trem Lichterfelde em Anhalt (atualmente estação de Lichterfelde Ost) à Academia Militar em Zehlendorfer Straße (hoje Finckensteinallee). Nos três primeiros meses, a linha transportou 12.000 passageiros

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  • Apresentação do primeiro trem elétrico do mundo na Exposição Comercial de Berlim, 1879

    Baseado no princípio dínamo-elétrico que Werner von Siemens descobriu em 1866, o motor elétrico se tornou uma nova tecnologia para transportar bens e pessoas. Em 1879, a Siemens & Halske apresentou o primeiro trem elétrico do mundo na “Exposição Comercial de Berlim”. Com a velocidade de sete quilômetros por hora, a locomotiva puxou três carros pequenos com seis assentos cada um ao redor de uma pista circular de 300 metros. Werner von Siemens orgulhosamente relatou a seu irmão Carl: "Nossa ferrovia elétrica [...] é um espetáculo. Está funcionando ainda melhor do que o esperado."

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  • Entenda porque as Smart Grids são realmente inteligentes.

     Sempre que você ouve falar em Smart Grids, você está ouvindo falar sobre a evolução da rede elétrica. Isso inclui subestações, transformadores e muitos outros dispositivos capazes de conduzir, transformar e distribuir a energia elétrica desde a geração até a sua casa.

     

    POR QUE SMART GRIDS?

    Resumidamente, estamos elevando a capacidade de transmissão de energia de nossas redes ao seu potencial máximo. Se você verificar sua casa, provavelmente vai se espantar com a quantidade de aparelhos conectados a uma tomada: congeladores, refrigeradores, condicionadores de ar, máquinas de lavar e secar, micro-ondas, computadores, notebooks, televisores e muitos outros. Embora essa seja uma evidência pequena, a demanda por energia elétrica aumentou, e tende a aumentar cada vez mais. Hoje, nós consumimos cerca de 20.300 terawatts-hora. Em 2030, a expectativa é que consumamos 33.000, com um aumento de 2,2% ao ano. Esse crescimento sobrecarrega as redes elétricas, que passam a operar sob pressão e se tornam mais frágeis e instáveis. Como os eletrodomésticos modernos também são mais sensíveis às variações de energia, abastecer essas redes se torna ainda mais desafiador.

    Em um cenário dessa complexidade, soluções mais inteligentes são necessárias para superar os problemas de fornecimento de energia a longo prazo.

    Por ser a única provedora de infraestrutura integrada de energia do planeta que abrange a cadeia inteira de conversão de energia, a Siemens consegue responder, de forma inteligente e inovadora, aos desafios cada vez mais complexos enfrentados pelo setor de energia, por meio das Smart Grids, as redes inteligentes de energia, que entre diversas funções, proporciona uma energia de maior qualidade nos vários níveis de tensão, aumentando a estabilidade do sistema

     

     

    E O QUE TORNA AS SMART GRIDS "SMART"?

    Em muitos casos, as soluções em Smart Grids são desenvolvidas sobre redes elétricas pré-existentes, tornando-as mais inteligentes por meio da aplicação de novas tecnologias. No entanto, são as funções avançadas de monitoramento, análise, controle e comunicação que conseguem reduzir a perda de energia e otimizar sua distribuição. Com essas melhorias significativas, as redes conseguem se recuperar rapidamente de distúrbios, reduzir o impacto que os picos de consumo provocam na rede, aumentar a segurança do uso de eletricidade e ainda diminuir custos operacionais de produção.

    Hoje, gera-se energia obedecendo à demanda energética existente. A ideia, contudo, é que, em um futuro próximo, o consumo ocorra depois da geração, como no caso dos carros elétricos. Além de viabilizar essa mudança de paradigma, a tecnologia digital das Smart Grids permite trazer a geração de energia para mais perto dos consumidores e tornar o consumo mais transparente. Nos próximos anos, será possível optar por horários nos quais o kilowatt é mais barato para executar determinadas atividades.

    Os fluxos de energia e comunicação unidirecionais serão substituídos por fluxos de energia bidirecionais, possibilitando que um ponto na rede possa tanto consumir como injetar energia, ou seja, casas ou edifícios com painéis solares ou energia armazenada, que disponham de energia excedente, poderão compartilhá-la na rede.

    As Smart Grids fazem parte de um futuro que está cada dia mais próximo. Apesar desta tecnologia estar começando aqui no Brasil, em mercados mais maduros ela já se encontra em fase de maturação. Uma rede energética estável e completamente automatizada é a resposta para problemas de instabilidade em redes de energia, e vai solucionar as questões de demanda através de sistemas inteligentes e independentes. Um futuro energético muito mais eficiente já está se constituindo, e vai ajudar a mudar nossa sociedade mais uma vez.

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  • Primeiro trem elétrico da Siemens & Halske em 1879

    Baseado no princípio dínamo-elétrico que Werner von Siemens descobriu em 1866, o motor elétrico se tornou uma nova tecnologia para transportar bens e pessoas. Em 1879, a Siemens & Halske apresentou o primeiro trem elétrico do mundo na “Exposição Comercial de Berlim”.

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  • Você sabia que entre 1874 e 1875 a Siemens cruzou um cabo telegráfico de 3000 entre Europa e Estados Unidos?

    Projetos que estavam eram tecnicamente desafiadores e implicavam riscos comerciais, não eram problema para a Siemens & Halske. Por oferecer soluções eficientes e rápidas para este tipo de projeto, a empresa ganhou reconhecimento internacional. Ente 1874-1875, os irmãos Siemens - Werner, William e Carl - cruzaram um cabo submarino de telégrafo com mais de 3000 km de extensão entre a Europa e os Estados Unidos, com a ajuda de um navio especialmente projetado para este projeto, o Faraday.

    O cabo foi colocado de Portugal para a costa norte-americana e graças à excelente qualidade da linha, a Siemens recebeu diversas solicitações para novos projetos. Nove do dos dezesseis cabos telegráficos transatlânticos haviam sido colocados no final do século XIX pela Siemens.
     

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  • Você sabia que o princípio do dínamo elétrico foi descoberto por Werner von Siemens?

    Siemens Em 1866, Werner von Siemens descobriu o princípio da dínamo-elétrico e construiu a primeira máquina dínamo - um dispositivo que converte a energia mecânica em energia elétrica de forma econômica e estabelece a base para as tecnologias atuais. Sob a influência decisiva das inovações desenvolvidas pelo nosso fundador, o campo da geração e transmissão de energia elétrica se expandiu muito no início dos anos 1880. Estes avanços alteraram de forma permanente o sistema de produção de toda a indústria.
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  • Distribuidoras da Eletrobras implantam Projeto Energia +

    O Projeto Energia +, que tem como objetivo a melhoria do desempenho econômico/financeiro e operacional das distribuidoras da Eletrobras, conta com financiamento do Banco Mundial e investimentos totais de U$ 709,3 milhões de investimentos.




    Este projeto está sendo implantado nas empresas, localizadas conforme mapa abaixo:

    • Eletrobras Distribuição Amazonas;
    • Eletrobras Distribuição Alagoas;
    • Eletrobras Distribuição Acre;
    • Eletrobras Distribuição Piauí;
    • Eletrobras Distribuição Rondônia;
    • Eletrobras Distribuição Roraima.

     

    Um dos principais subprojetos do Energia+ é a implantação de uma Infraestrutura de Medição Avançada. Para implantação desta infraestrutura foi contratado o consórcio Energia Mais Smart liderado pela Siemens em parceria com a Telemont Engenharia de Comunicações e Itron Soluções para Energia e Água.

    Esta Infraestrutura é composta de medidores inteligentes, um moderno sistema de informação dedicado à gestão da medição, denominado Energy IP, desenvolvido pela Siemens e uma rede de comunicação em 3G e RF/PLC Mesh. Ressalta-se que esta rede de comunicação, embora esteja sendo inicialmente aplicada para conectividade de medidores, trata-se de uma plataforma de multiaplicação, podendo no futuro conectar equipamentos para automação da rede de distribuição, promover serviços de automação residencial, compartilhar serviços com outras utilities, capilarizar redes de abastecimento de veículos elétricos, constituindo-se em uma ampla aplicação de smart grid.

    Técnicos da empresa instalam um conjunto de medidores inteligentes no Brasil que serão monitorados pela inovadora plataforma de aplicativos de rede inteligente EnergyIP.

    Esta infraestrutura está se constituindo em importante ferramenta para a redução dos elevados níveis de perdas das Distribuidoras da Eletrobras. Parte destas perdas, conhecidas como perdas não técnicas, está diretamente relacionada a furtos e fraudes de energia e geram prejuízos anuais de aproximadamente US$ 150 milhões as Distribuidoras da Eletrobras.

    Os dados dos mais de 120 mil medidores inteligentes de eletricidade nas seis distribuidoras serão analisados praticamente em tempo real em um novo Centro de Inteligência da Medição. Neste centro, inaugurado em Brasília no final de abril de 2016, foi implantado um moderno sistema de informação desenvolvido pela Siemens capaz de detectar com grande precisão as unidades consumidoras que possui algum tipo de irregularidade, fraude ou desvio de energia. Com melhor assertividade dos focos de perdas, as Distribuidoras serão mais eficientes na normalização da medição das unidades consumidoras e consequentemente na redução das perdas, principal objetivo do projeto.

    Os medidores foram instalados em grandes consumidores de energia, o que aumenta a rapidez do retorno sobre o investimento. Até março de 2017, todos os medidores inteligentes estarão instalados e medindo 65 por cento do consumo total de energia das distribuidoras da Eletrobras.

    O Brasil tem perdas globais de 17,4% da energia injetada

    O Brasil é o quinto maior país do mundo e conta com uma potência instalada de aproximadamente 130 GW e uma malha de transmissão de mais de 115 mil Km. Na área de distribuição atende a 78 milhões de consumidores. A região Norte, onde estão situadas quatro das seis distribuidoras da Eletrobras, possui uma baixa densidade (unidades consumidoras por Km²). Esta condição torna o projeto ainda mais desafiante, sobretudo quanto à rede de comunicação.  

    Processo proporciona otimização de recursos e pessoal

    Com implantação desta infraestrutura, as Distribuidoras se beneficiarão também com a redução de custos operacionais advindos a leitura automatiza, ou seja, não haverá necessidade de deslocamento de colaboradores até as unidades para coleta da medição, possibilitando dedicar mais tempo ao atendimento ao cliente. 

    Os colaboradores do Centro de Medição não mais precisarão comparar e verificar manualmente os dados dos medidores, atividade a ser realizada de forma estruturada pelo novo sistema, propiciando economia nas despesas operacionais. “Tenho a convicção de que o Energia+ é um dos maiores projetos do mundo no combate ao desvio de eletricidade”, ressalta Marco Fernandes, gerente de Projeto DG para o Energia+.

    O Energy IP também será completamente integrado ao sistema de faturamento da Eletrobras, onde todos os dados coletados possibilitarão o processo automatizado de faturamento, contribuindo também para a redução dos erros de leitura. Com o monitoramento automatizado de vários pontos de medição, a infraestrutura disponibilizará inúmeras informações que serão úteis para a gestão operacional da rede de distribuição, permitindo maior rapidez na recomposição das mesmas em casos de falhas. 

    “Nossa solução abrangente compreendendo hardware, software e serviços, ajuda a Eletrobras a evitar elevadas perdas de energia e fornecer um controle mais estável, transparente e eficiente da rede de suprimento de energia do que no passado”, frisa Fernandes.
     

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