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  • Beatriz Braga Moura 04/08/2017

    Os objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Siemens

    Os 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) são objetivos desenvolvidos pela ONU para combater a desigualdade social e promover melhoria na qualidade de vida, por exemplo, e buscam sua concretização até 2030. Para isso, foi criada a Agenda 2030, responsável por estipular o prazo final para que os países cumpram as metas e orientações. Alinhada às ODS, a Siemens criou o Business to Society para entender as necessidades do Brasil e investigar quais contribuições serão realmente efetivas para o País. Saiba mais: www.siemens.com.br/relatoriob2s

     

    É tarefa das empresas ter o comprometimento com o um trabalho que se preocupe com as instâncias sociais, econômicas e ambientais pois todo o destino de nossos negócios é a nossa própria sociedade. O Brasil é um dos países com maior potencial para redução de emissões de CO2 . Dentre as estratégias para alcançar o compromisso de reduzir 43% das emissões de CO2 até 2030, estão a expansão da participação das fontes de energia renováveis e o uso de soluções tecnológicas.

     

    Com nossas soluções tecnológicas ambientais, ajudamos os nossos clientes a reduzir 521 milhões de toneladas métricas de CO2 em 2016. Além disso, pensando em nossas próprias pegadas de carbono de nossas operações, a Siemens foi a primeira empresa industrial do mundo a se comprometer em neutralizar as emissões de CO2 até 2030.

     

    Já no contexto nacional, a Siemens ajudou seus clientes a reduzir as emissões de 3 milhões de toneladas de CO2 anualmente na atmosfera somente com tecnologias para geração de energia eólica e cogeração de energia presentes na eficiência energética de toda cadeia de eletrificação implementadas até 2016. Essa contribuição é proveniente, sobretudo, da geração por meio de biomassa, que se utiliza das nossas turbinas a vapor para gerar energia a partir de insumos como bagaço e palha de cana e cavacos de madeira. Hoje, no Brasil, 4.240 MW de energia são obtidos a partir de soluções Siemens direcionadas para este segmento.

     

    Nas operações da Siemens no Brasil, em dois anos já reduzimos 32% das emissões de CO2 com adoção de etanol nas frotas, com melhorias da eficiência fabril e energética. Para diminuir suas emissões a longo prazo, a empresa vai focar em 4 iniciativas: eficiência energética, sistema de energia descentralizada, soluções de mobilidade inteligente e compra de energia limpa.

     

    Outro exemplo é a nossa atuação na qualidade do ensino (ODS 4), onde nossos esforços são dedicados em projetos sociais e a prática da cidadania pelos colaboradores. O País ocupa a 65ª posição entre 70 países no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Programme for International Student Assessment – PISA). Com o apoio da Fundação Siemens, queremos fortalecer através do Projeto Experimento o conhecimento de ciência, tecnologia, engenharia e matemática entre alunos de educação infantil, ensino fundamental e médio. A metodologia do projeto estimula as crianças e adolescentes ao aprendizado por meio de perguntas e investigação. Já foram impactados pelo Projeto Experimento 550 professores em 21 cidades brasileiras, com 20 mil alunos beneficiados até dezembro de 2016.

     

    Outro projeto desenvolvido na própria Siemens é o Voluntariado, que oferece um ambiente favorável para estimular os colaboradores, cuja soma de esforços estão focados na melhoria da qualidade de ensino. Em 2016 foram contabilizamos 11 mil horas doadas e 13 mil pessoas beneficiadas. A empresa enxerga este tempo não como um custo, mas como benefício – à sociedade brasileira e à própria Siemens – e investimento. Desta forma, podemos reafirmar o quanto entendemos que o voluntariado está em nosso valor “Responsabilidade” e como é importante para os colaboradores, para a empresa e para a sociedade.

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  • Beatriz Braga Moura 19/07/2017

    Siemens patrocina categoria Inteligência Artificial da Iniciativa Startups Connected

    A Iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha tem como objetivo promover aproximação entre empresas associadas e startups dos dois países e inclui prêmio e um programa de aceleração. A Siemens será responsável pela avaliação e patrocínio dos trabalhos inscritos na categoria Inteligência Artificial. Prazo de inscrições para o prêmio se encerra no dia 4 de agosto.

     

    A Siemens será uma das patrocinadoras da Iniciativa Startups Connected, projeto desenvolvido pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha que tem como objetivo aproximar empresas associadas e startups dos dois países. Para isso, foram desenvolvidas diversas atividades, que inclue o prêmio (Prêmio Brasil-Alemanha de Startups) e um programa de aceleração (AHK Startups Accelerator). A Siemens, uma das empresas mais inovadoras do mundo e que somente em 2016 registrou mais de 7 mil inventos, vai colaborar com a iniciativa patrocinando e avaliando os trabalhos inscritos na categoria Inteligência Artificial, que tem como um dos objetivos o mapeamento de soluções inovadoras para análise de big data em clouds industriais.

     

    "A era da inteligência artificial está apenas no seu começo. Seja para otimização de turbinas a gás, monitoramento de infraestrutras inteligentes, ou manutenção preditiva na manufatura industrial, existe um enorme potencial para a sua utilização e a Siemens tem exercido a liderança nesse campo. Há mais de trinta anos temos conduzido pesquisa profundas nesse campo e desenvolvido soluções nesse campo, afirma José Borges Frias, diretor de marketing estratégico e business excellence e Digitalização da Siemens no Brasil.” E recentemente lançamos um sistema operacional aberto chamado Mindsphere que permite, por meio de diversos aplicativos, leitura  inteligente de dados extraídos de máquinas e infraestruturas físicas no mundo digital. Esse é um campo extremamente promisso e cheio de oportunidades". 

     

    O Prêmio Brasil-Alemanha de Startups está em sua segunda edição é a porta de entrada para a Iniciativa Startups Connected. A premiação, que possui 500 empresas jovens inscritas, tem como finalidade reconhecer e qualificar as mais promissoras.   As inscrições podem ser feitas até o dia 4 de agosto diretamente no site oficial, clicando na categoria desejada (Agricultura Digital, Alemanha, B2Bank, Cidades do Futuro, Conectividade, Eletromobilidade, Excelência Industrial, Governo Digital e Inteligência Artificial).

     

    Após a premiação, que acontece em 28 de setembro, as três startups finalistas de cada categoria serão selecionadas para o programa de aceleração AHK Startups Accelerator. Uma análise posterior define quais de fato participarão. Com três meses de duração, a proposta é desenvolver essas empresas jovens juntamente com uma consultoria especializada a partir dos ativos da Câmara Brasil-Alemanha, além do networking com empresas patrocinadoras do evento e ligadas ao órgão.

     

    A Siemens está presente no Brasil há 150 anos e faz parte de um conglomerado global de tecnologia que se destaca pela excelência em engenharia, inovação e qualidade. Fundada na Alemanha em 1847, a Siemens atua em mais de 200 países com foco nas áreas de eletrificação, automação e digitalização. Uma das maiores produtoras mundiais de tecnologias voltadas à eficiência energética e ​à​ economia de recursos, a Siemens é líder no fornecimento de soluções eficientes de geração e de transmissão de energia, pioneira em soluções de infraestrutura, automação, drives e softwares para a indústria. A empresa também é uma provedora líder de equipamentos médicos de imagem - como tomografia computadorizada e sistemas de imagem por ressonância magnética - e líder em diagnósticos laboratoriais, bem como em TI clínica. 

     

    As primeiras atividades da empresa no Brasil datam de 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua hist​ó​ria no Brasil, a Siemens contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura​ do País​. Hoje, os equipamentos e sistemas da Siemens são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada nacionalmente, 30% dos diagnósticos digitais por imagem realizados no Brasil e estão presentes em 2/3 de todas as plataformas offshore brasileiras projetadas nos últimos 10 anos. Atualmente, a empresa Siemens conta com 12 fábricas e sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento espalhados por todo o território ​nacional.

     

     

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  • O Brasil recebe Lak Ananth, CEO da Next 47, que irá ao 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria amanhã!

    O Brasil está recebendo a visita de Lak Ananth, CEO da Next 47 (venture capital independente da Siemens) que participará do 7º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria amanhã. Lak já participou de muitos projetos de incentivo a startups e, neste evento, busca reforçar o interesse da Siemens sobre iniciativas brasileiras em inovação e tecnologia. Para mais informações sobre o Congresso no Transamérica Expo Center, acesse http://www.congressodeinovacao.com.br/. Continue também acompanhando de perto essa iniciativa da Siemens em: https://www.next47.com/
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  • Siemens inicia entrega de soluções para governo boliviano

    • Fornecimento de 11 turbinas a vapor pela fábrica de Jundiaí (SP) marcam o maior pedido registrado pela unidade na história da companhia
    • Com os equipamentos, a Bolívia pretende aumentar a geração de energia e exportá-la a países vizinhos
    • Negociação com governo boliviano também envolve entregas de caldeiras de recuperação e turbinas a gás para as três plantas da termoelétrica estatal ENDE ANDINA produzidas na Europa e Ásia.

     

    A Siemens Brasil começa agora, em junho, a entrega da primeira de 11 turbinas a vapor do contrato assinado com o governo boliviano em 2015. A intenção do país é aumentar a produção e exportação de energia aos países vizinhos, focando em energia renovável nas áreas de transmissão e distribuição. Os equipamentos são destinados às três plantas da termoelétrica ENDE ANDINA, que também receberão 14 turbinas a gás, 22 caldeiras de recuperação e 25 transformadores oriundos de plantas da Siemens na Europa e na Ásia. O acordo foi assinado na presença do presidente boliviano Evo Morales em uma cerimônia na Bolívia.

     

    A venda das turbinas a vapor pela Divisão de Power and Gas da Siemens, localizada em Jundiaí (SP), marca o maior pedido registrado pela unidade na história da companhia. De acordo com André Cassolato, Gerente de propostas de turbinas a vapor da Siemens, o acordo fortalecerá a Bolívia em vários aspectos. “A fábrica de turbinas a vapor de Jundiaí é estratégica para a Siemens por sua localização e capacidade de atender o desenvolvimento energético em toda a América Latina. Esse fornecimento histórico visa melhorar a eficiência energética das três usinas através da redução de consumo de gás natural para cada megawatt de potência gerada, bem como otimizar o acesso à energia na Bolívia ” esclarece.

     

    Criada em 2007, a ENDE ANDINA SAM é uma empresa estatal que contribui com o abastecimento de eletricidade a toda a população da Bolívia. A termoelétrica possui três plantas (Entre Ríos, Del Sur e Warnes) que, em conjunto, operam com capacidade atual de 460 megawatts. Segundo Cassolato, as três unidades terão uma expansão substancial após a realização do acordo. “Por meio deste projeto a Siemens reforça ainda mais o compromisso com a sociedade na busca por soluções energéticas mais eficientes, contribuindo com aumento de aproximadamente 1.000 megawatts nas três termoelétricas da Bolívia. Esta valor é praticamente metade de toda potência instalada em outras termoelétricas e hidroelétricas do país”, explica o executivo.

     

    No total, os projetos Siemens vão elevar a capacidade de geração de energia do Sistema Interconectado Nacional da Bolívia em 66%, proporcionando abastecimento energético confiável para a população local.

     

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  • Revista HealthSPOT

    A cada edição, a revista HealthSPOT traz atualizações e tendências sobre o mercado de saúde, estudos clínicos, além de novidades e soluções que ofereçam excelência clínica, operacional e financeira aos nossos clientes. A revista da Siemens Healthineers Brasil é um projeto colaborativo que visa fomentar discussões e respostas no setor para que, juntos, possamos transformar o futuro da saúde no País. Envie os seus comentários e a sua sugestão de pauta para nós

     

    Clique aqui para acessar a versão online!

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  • Sua empresa está preparada para a #Internetofthings?

    #Engenhosidadeparaavida

     

    Sua empresa está preparada para a #Internetofthings? Baixe agora em primeira mão um resumo com os temas debatidos do #FórumSiemens

     

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  • Customer Forum - Sob o olhar de um engenheiro que virou repórter por um dia

     

    Por Romulo Cunha de Andrade.

    Na foto: O presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark, a representante da Diretoria Executiva da Siemens mundial, Lisa Davis, e os três repórteres convidados do Customer Forum da Siemens: Débora, Larissa e Rômulo.

     

    Andar por uma casa de máquinas com um turbogerador funcionando é uma vivência que poucas pessoas têm na vida. E eu estava lá, andando por uma fábrica na qual uma turbina SST600 da Siemens operava. A visão era tão real que eu esqueci, por alguns instantes, que aquela era uma experiência virtual e eu me encontrava, na verdade, em um hotel, na cidade de São Paulo.

     

    Meu nome é Rômulo Andrade, sou engenheiro eletricista, formado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, e fui selecionado entre vários candidatos que se inscreveram para ser “Repórter por um Dia”. E o dia não era uma data qualquer, mas o evento “Fazendo o Brasil Avançar com Engenhosidade”, encontro que a Siemens promoveu no dia 01 de junho, para proporcionar um diálogo de alto nível entre clientes, agentes governamentais e alguns outros parceiros.

     

    Logo no início da manhã, ao chegar para o credenciamento, fui surpreendido por uma breve e inesperada chuva, que durou poucos instantes, mas me fez pensar sobre o quão imprevisíveis algumas coisas podem ser. Com meu crachá em mãos, primeiro percorri a exposição criada para a ocasião, com vários produtos e soluções da Siemens, para diversas aplicações.​

     

    Além da experiência virtual com a turbina, pude interagir com um simulador de gerenciamento de redes inteligentes de distribuição de energia e também ver uma linha de produção em miniatura, automatizada com um controlador lógico programável (CLP) Siemens e com seu respectivo gêmeo digital, em uma tela ao lado da instalação.

     

    Vale a pena falar um pouco mais sobre a experiência com os óculos de realidade aumentada, que me “jogaram” dentro da fábrica, com a turbina. Para mim, foi uma experiência particularmente emocionante, já que eu tenho vivência prévia com estes equipamentos em campo, e senti que todos, mesmo que por um breve instante, podem enxergar o mundo da minha perspectiva. Só faltou a sensação do calor e umidade de uma turbina a vapor de verdade em operação. Quem sabe no próximo ano? Brincadeiras à parte, foi um belo exemplo do poder da digitalização, cujas aplicações são virtualmente ilimitadas.

     

    O dia estava só começando. A Siemens organizou esse evento para que as discussões abordassem temas como os desafios que se apresentam perante a nossa sociedade atual, e como as soluções da Siemens estão preparadas para atender estes desafios e oportunidades, com engenhosidade e foco no que importa de verdade para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

     

    Prestígio internacional

    O evento começou com uma rápida apresentação do presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark. Ele explicou que o objetivo, nessa iniciativa realizada em conjunto com o Estadão, era “pensar em soluções para alavancar o desenvolvimento do Brasil”. Ele comentou que o País já é referência em temas importantes, como energia limpa, agronegócios, alimentos, aeroespacial e outros.

     

    “Mas precisamos avançar mais. Os desafios são imensos, assim como o potencial do País, e aspectos como o renascimento da indústria, novas formas de gerar e gerenciar energia, infraestrutura inteligente são alguns dos aspectos nos quais o Brasil precisa e pode avançar”, completou Stark.

     

    Na sequência, foi a vez de subir ao palco a diretora Lisa Davis, responsável pelas operações da Siemens nas Américas e membro da Diretoria Executiva (órgão diretivo mais importante da Siemens no mundo). Lisa disse que o Brasil é “um dos mais importantes mercados, e um dos mais capazes, hoje passando por várias transformações, comuns a vários países. Precisamos achar uma forma de transformar esses desafios em oportunidades”, comentou a diretora.

     

    Reforçando o prestígio internacional do evento, seguiu-se a primeira palestra do dia, “Desafios de Infraestrutura do Brasil”, a cargo do diretor geral do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, que abordou em linhas gerais os três temas que viriam a seguir (Energia, Infraestrutura e Digitalização). A palestra do diretor do Banco Mundial serviu de ponto de partida do evento ao refletir sobre questões como a relação entre competitividade da indústria brasileira e digitalização, bem como ao expor as realidades e os desafios da infraestrutura energética nacional e também dos transportes terrestres.

     

    Na sequência, os convidados puderam assistir à palestra “A evolução de um novo paradigma do setor de energia mundial e as possibilidades para o Brasil”, com Rolf Buschmann, especialista em Energias Renováveis, consultor da EneEd Clean Energy Solutions, na Alemanha. “A sociedade já entendeu que precisa reduzir o consumo de energia e o desafio, agora, é combinar a redução da pegada de carbono com o crescimento da atividade industrial”. Depois de abordar o tema da energia, foi a vez da mobilidade. A apresentação “Impulsionando o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a modernização dos transportes de carga” foi feita por Luís Henrique Baldez, presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (ANUT). Ele abordou temas relacionados às modalidades de transporte rodoviária, ferroviária e portuária.

     

    “Despertando para as oportunidades promovidas pela Digitalização”, a apresentação seguinte, com Rodrigo Kede, presidente e gerente geral da IBM no Brasil, trouxe um histórico da digitalização ao longo do século 20, mostrando como aspectos da ficção científica, presente em filmes ainda na década de 1960, hoje já são realidade. “Atualmente, 80% dos investimentos no Vale do Silício, nos Estados Unidos, estão focados em empresas que dominam os conceitos de inteligência artificial”, comentou Kede, afirmando que a “Internet das Coisas” é a próxima fronteira e vai significar uma nova revolução.

     

    Todas as conferências tiveram em comum a abordagem holística, voltada para os temas enfocados. Foram importantes introduções de um panorama, no qual as soluções da Siemens estão inseridas e podem responder com eficiência aos desafios atuais e com foco no que realmente importa para a nossa sociedade.

     

    “All inclusive”

    A experiência de ser “Repórter por um Dia” é como um pacote “All Inclusive”: dá direito a participar de todo o evento. Tivemos até mesmo entrevistas particulares com Paulo Stark e Lisa Davis. Nestas oportunidades, eu e outras duas colegas, selecionadas para a mesma função (Larissa Frediani e Débora Amorim) tivemos a oportunidade de conversar com os diretores. O relato da Larissa será divulgado no NossoJornal e o da Débora, no vídeo produzido sobre o evento.

     

    A entrevista com Lisa Davis aconteceu no final da manhã. Perguntei a ela se, em face a este cenário de digitalização que estamos vivendo, a Siemens está se tornando uma empresa de dados e quais mudanças podemos esperar em relação a isso. “Os desafios e oportunidades de um futuro totalmente conectado são enormes. Esse cenário vai nos permitir explorar novos campos, e ajudar nossos clientes a ampliar seu valor agregado, mas as oportunidades são maiores ainda, e é por isso que estamos focando nesse conceito”, ela respondeu.

     

    Acredito que a Siemens está se tornando uma empresa de software e uma empresa digital, e isso obviamente inclui dados, mas mais importante que coletar dados é o que fazemos com eles para gerar valor

    Lisa Davis - Membro da Diretoria Executiva da Siemens global

     

     

    Ainda no período da manhã, assistimos ao lançamento oficial do Mindsphere, uma plataforma Siemens baseada em nuvem para destravar o potencial de gerar valor pelo conceito de “Internet das Coisas” no âmbito do ambiente industrial. O lançamento aconteceu após um bate papo da mestre de cerimônia do evento com Mike Sayen, vice-presidente e diretor de Estratégia da Siemens AG. Depois do almoço, que foi bastante informal, seguimos para o período vespertino, com seminários técnicos.

     

    No final do dia, tivemos a chance de conversar em particular com o CEO Paulo Stark. Perguntei a ele como a digitalização poderia aumentar a competitividade da indústria brasileira e como ela impacta na cadeia de geração de valor. “Essa pergunta ainda não tem uma resposta final, porque esse tema é muito novo e muitas respostas ainda vão surgir. Mas hoje já é possível dizer que, para o Brasil, a digitalização significa mais ou menos ‘zerar o cronômetro’, ou seja, a indústria de todos os países começa a competir de novo do zero. Toda a vantagem dos últimos trinta ou quarenta anos, com altíssimo grau de automação, é como se fosse zerada e entrássemos em um novo jogo”, disse Stark.

     

    Ao encerramento do evento, enquanto me dirigia à saída e agendava meu táxi por um aplicativo em meu smartphone, um exemplo ideal da capacidade da digitalização de mudar os paradigmas em curto período, eu estava certo de que no mundo do futuro, eventos imprevisíveis como a chuva durante o credenciamento pela manhã serão cada vez mais raros e previsíveis.

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  • Versão online - Relatório Anual e de Sustentabilidade Siemens 2016: acesse!

    A última edição do Relatório Anual e de Sustentabilidade Siemens já está disponível! A publicação traz informações sobre as atividades da empresa no ano passado, destacando projetos de todas as nossas Divisões e mostrando como nossa atuação ajuda no desenvolvimento sustentável do Brasil.

     

    O Relatório também reúne dados sobre nossa estrutura, história da Siemens no Brasil, saúde, segurança no trabalho, meio ambiente, Compliance, transparência, colaboradores, fornecedores e cidadania corporativa. As conquistas e os compromissos da Siemens no campo da Sustentabilidade também fazem parte da publicação.

     

    Acesse a versão online aqui.

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  • A diversidade é importante para nós!

     

    Dia Internacional Contra a Homofobia

     

    A Siemens dá um sinal de respeito, justiça e tolerância, afirmando assim seu compromisso com a diversidade global. Em diversas unidades da Siemens, a bandeira do arco-íris foi içada em um gesto de solidariedade para com todos os colaboradores, independentemente de sua orientação sexual e identidade de gênero.

    Na Siemens, nós promovemos ativamente uma atmosfera de trabalho aberta e inclusiva. Seja por meio de ações destinadas a reconhecer e apoiar a igualdade de casamentos do mesmo sexo, ou implementando medidas que acalmem as mentes dos empregados e apaguem os sentimentos de medo ou assédio.

     

    Apoio do Conselho Executivo

    Nosso CEO, Joe Kaeser, é comprometido com a diversidade:

    Joe Kaeser

    "Alguns dos principais elementos de uma organização vencedora são a tolerância, a transparência e o respeito. Para a Siemens, isso sem mencionar que nós respeitamos a orientação sexual e a identidade de gênero, visto que a diversidade, o comportamento aberto e a cooperação são alguns dos princípios da nossa cultura corporativa."

     

    Nossa Diretora de Recursos Humanos e Membro do Conselho Executivo, Janina Kugel, também defende a diversidade:

    Janina Kugel

    "Nos dedicamos a substituir a homofobia por uma comunidade respeitadora, tolerante e atenciosa. Na Siemens não se espera que ninguém deixe sua identidade pessoal na porta de entrada."

    Os alicerces foram estabelecidos – agora nós precisamos seguir e praticar essa abertura em toda nossa organização.

     

     

    LGBTI

    Em um esforço para ajudar a conscientizar no sentido de uma cultura de aceitação e abertura, o dia 17 de maio viu os empregados da Siemens organizarem o hasteamento da bandeira do arco-íris nos locais ao redor do mundo. Isso comunica uma intenção de criar um ambiente inclusivo dentro da empresa que possa resolver potenciais problemas, lidar com a resistência e servir como um ponto de contato para questões concernentes a esse assunto.

     

    Redes LGBTI

    A Siemens na Alemanha formou a primeira das redes LGBTI em 2014 – porque diversidade importa. Essas redes são empenhadas em representar os interesses dos empregados(as) lésbicas, gays, transgêneros e intergêneros (LGBTI). Desde então, mais países seguiram o exemplo alemão e lançaram redes que colaboram internacionalmente para apoiar os empregados da Siemens.

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