Tools


Siemens Worldwide

Siemens Global Weblogs

Language

 

Contact

Conexão Siemens

  • Siemens inicia entrega de soluções para governo boliviano

    • Fornecimento de 11 turbinas a vapor pela fábrica de Jundiaí (SP) marcam o maior pedido registrado pela unidade na história da companhia
    • Com os equipamentos, a Bolívia pretende aumentar a geração de energia e exportá-la a países vizinhos
    • Negociação com governo boliviano também envolve entregas de caldeiras de recuperação e turbinas a gás para as três plantas da termoelétrica estatal ENDE ANDINA produzidas na Europa e Ásia.

     

    A Siemens Brasil começa agora, em junho, a entrega da primeira de 11 turbinas a vapor do contrato assinado com o governo boliviano em 2015. A intenção do país é aumentar a produção e exportação de energia aos países vizinhos, focando em energia renovável nas áreas de transmissão e distribuição. Os equipamentos são destinados às três plantas da termoelétrica ENDE ANDINA, que também receberão 14 turbinas a gás, 22 caldeiras de recuperação e 25 transformadores oriundos de plantas da Siemens na Europa e na Ásia. O acordo foi assinado na presença do presidente boliviano Evo Morales em uma cerimônia na Bolívia.

     

    A venda das turbinas a vapor pela Divisão de Power and Gas da Siemens, localizada em Jundiaí (SP), marca o maior pedido registrado pela unidade na história da companhia. De acordo com André Cassolato, Gerente de propostas de turbinas a vapor da Siemens, o acordo fortalecerá a Bolívia em vários aspectos. “A fábrica de turbinas a vapor de Jundiaí é estratégica para a Siemens por sua localização e capacidade de atender o desenvolvimento energético em toda a América Latina. Esse fornecimento histórico visa melhorar a eficiência energética das três usinas através da redução de consumo de gás natural para cada megawatt de potência gerada, bem como otimizar o acesso à energia na Bolívia ” esclarece.

     

    Criada em 2007, a ENDE ANDINA SAM é uma empresa estatal que contribui com o abastecimento de eletricidade a toda a população da Bolívia. A termoelétrica possui três plantas (Entre Ríos, Del Sur e Warnes) que, em conjunto, operam com capacidade atual de 460 megawatts. Segundo Cassolato, as três unidades terão uma expansão substancial após a realização do acordo. “Por meio deste projeto a Siemens reforça ainda mais o compromisso com a sociedade na busca por soluções energéticas mais eficientes, contribuindo com aumento de aproximadamente 1.000 megawatts nas três termoelétricas da Bolívia. Esta valor é praticamente metade de toda potência instalada em outras termoelétricas e hidroelétricas do país”, explica o executivo.

     

    No total, os projetos Siemens vão elevar a capacidade de geração de energia do Sistema Interconectado Nacional da Bolívia em 66%, proporcionando abastecimento energético confiável para a população local.

     

    ...
  • Revista HealthSPOT

    A cada edição, a revista HealthSPOT traz atualizações e tendências sobre o mercado de saúde, estudos clínicos, além de novidades e soluções que ofereçam excelência clínica, operacional e financeira aos nossos clientes. A revista da Siemens Healthineers Brasil é um projeto colaborativo que visa fomentar discussões e respostas no setor para que, juntos, possamos transformar o futuro da saúde no País. Envie os seus comentários e a sua sugestão de pauta para nós

     

    Clique aqui para acessar a versão online!

    ...
  • Sua empresa está preparada para a #Internetofthings?

    #Engenhosidadeparaavida

     

    Sua empresa está preparada para a #Internetofthings? Baixe agora em primeira mão um resumo com os temas debatidos do #FórumSiemens

     

    Faça o download com exclusividade! http://bit.ly/2sjtRqH

     

    ...
  • Customer Forum - Sob o olhar de um engenheiro que virou repórter por um dia

     

    Por Romulo Cunha de Andrade.

    Na foto: O presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark, a representante da Diretoria Executiva da Siemens mundial, Lisa Davis, e os três repórteres convidados do Customer Forum da Siemens: Débora, Larissa e Rômulo.

     

    Andar por uma casa de máquinas com um turbogerador funcionando é uma vivência que poucas pessoas têm na vida. E eu estava lá, andando por uma fábrica na qual uma turbina SST600 da Siemens operava. A visão era tão real que eu esqueci, por alguns instantes, que aquela era uma experiência virtual e eu me encontrava, na verdade, em um hotel, na cidade de São Paulo.

     

    Meu nome é Rômulo Andrade, sou engenheiro eletricista, formado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, e fui selecionado entre vários candidatos que se inscreveram para ser “Repórter por um Dia”. E o dia não era uma data qualquer, mas o evento “Fazendo o Brasil Avançar com Engenhosidade”, encontro que a Siemens promoveu no dia 01 de junho, para proporcionar um diálogo de alto nível entre clientes, agentes governamentais e alguns outros parceiros.

     

    Logo no início da manhã, ao chegar para o credenciamento, fui surpreendido por uma breve e inesperada chuva, que durou poucos instantes, mas me fez pensar sobre o quão imprevisíveis algumas coisas podem ser. Com meu crachá em mãos, primeiro percorri a exposição criada para a ocasião, com vários produtos e soluções da Siemens, para diversas aplicações.​

     

    Além da experiência virtual com a turbina, pude interagir com um simulador de gerenciamento de redes inteligentes de distribuição de energia e também ver uma linha de produção em miniatura, automatizada com um controlador lógico programável (CLP) Siemens e com seu respectivo gêmeo digital, em uma tela ao lado da instalação.

     

    Vale a pena falar um pouco mais sobre a experiência com os óculos de realidade aumentada, que me “jogaram” dentro da fábrica, com a turbina. Para mim, foi uma experiência particularmente emocionante, já que eu tenho vivência prévia com estes equipamentos em campo, e senti que todos, mesmo que por um breve instante, podem enxergar o mundo da minha perspectiva. Só faltou a sensação do calor e umidade de uma turbina a vapor de verdade em operação. Quem sabe no próximo ano? Brincadeiras à parte, foi um belo exemplo do poder da digitalização, cujas aplicações são virtualmente ilimitadas.

     

    O dia estava só começando. A Siemens organizou esse evento para que as discussões abordassem temas como os desafios que se apresentam perante a nossa sociedade atual, e como as soluções da Siemens estão preparadas para atender estes desafios e oportunidades, com engenhosidade e foco no que importa de verdade para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

     

    Prestígio internacional

    O evento começou com uma rápida apresentação do presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark. Ele explicou que o objetivo, nessa iniciativa realizada em conjunto com o Estadão, era “pensar em soluções para alavancar o desenvolvimento do Brasil”. Ele comentou que o País já é referência em temas importantes, como energia limpa, agronegócios, alimentos, aeroespacial e outros.

     

    “Mas precisamos avançar mais. Os desafios são imensos, assim como o potencial do País, e aspectos como o renascimento da indústria, novas formas de gerar e gerenciar energia, infraestrutura inteligente são alguns dos aspectos nos quais o Brasil precisa e pode avançar”, completou Stark.

     

    Na sequência, foi a vez de subir ao palco a diretora Lisa Davis, responsável pelas operações da Siemens nas Américas e membro da Diretoria Executiva (órgão diretivo mais importante da Siemens no mundo). Lisa disse que o Brasil é “um dos mais importantes mercados, e um dos mais capazes, hoje passando por várias transformações, comuns a vários países. Precisamos achar uma forma de transformar esses desafios em oportunidades”, comentou a diretora.

     

    Reforçando o prestígio internacional do evento, seguiu-se a primeira palestra do dia, “Desafios de Infraestrutura do Brasil”, a cargo do diretor geral do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, que abordou em linhas gerais os três temas que viriam a seguir (Energia, Infraestrutura e Digitalização). A palestra do diretor do Banco Mundial serviu de ponto de partida do evento ao refletir sobre questões como a relação entre competitividade da indústria brasileira e digitalização, bem como ao expor as realidades e os desafios da infraestrutura energética nacional e também dos transportes terrestres.

     

    Na sequência, os convidados puderam assistir à palestra “A evolução de um novo paradigma do setor de energia mundial e as possibilidades para o Brasil”, com Rolf Buschmann, especialista em Energias Renováveis, consultor da EneEd Clean Energy Solutions, na Alemanha. “A sociedade já entendeu que precisa reduzir o consumo de energia e o desafio, agora, é combinar a redução da pegada de carbono com o crescimento da atividade industrial”. Depois de abordar o tema da energia, foi a vez da mobilidade. A apresentação “Impulsionando o crescimento econômico e o desenvolvimento social com a modernização dos transportes de carga” foi feita por Luís Henrique Baldez, presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (ANUT). Ele abordou temas relacionados às modalidades de transporte rodoviária, ferroviária e portuária.

     

    “Despertando para as oportunidades promovidas pela Digitalização”, a apresentação seguinte, com Rodrigo Kede, presidente e gerente geral da IBM no Brasil, trouxe um histórico da digitalização ao longo do século 20, mostrando como aspectos da ficção científica, presente em filmes ainda na década de 1960, hoje já são realidade. “Atualmente, 80% dos investimentos no Vale do Silício, nos Estados Unidos, estão focados em empresas que dominam os conceitos de inteligência artificial”, comentou Kede, afirmando que a “Internet das Coisas” é a próxima fronteira e vai significar uma nova revolução.

     

    Todas as conferências tiveram em comum a abordagem holística, voltada para os temas enfocados. Foram importantes introduções de um panorama, no qual as soluções da Siemens estão inseridas e podem responder com eficiência aos desafios atuais e com foco no que realmente importa para a nossa sociedade.

     

    “All inclusive”

    A experiência de ser “Repórter por um Dia” é como um pacote “All Inclusive”: dá direito a participar de todo o evento. Tivemos até mesmo entrevistas particulares com Paulo Stark e Lisa Davis. Nestas oportunidades, eu e outras duas colegas, selecionadas para a mesma função (Larissa Frediani e Débora Amorim) tivemos a oportunidade de conversar com os diretores. O relato da Larissa será divulgado no NossoJornal e o da Débora, no vídeo produzido sobre o evento.

     

    A entrevista com Lisa Davis aconteceu no final da manhã. Perguntei a ela se, em face a este cenário de digitalização que estamos vivendo, a Siemens está se tornando uma empresa de dados e quais mudanças podemos esperar em relação a isso. “Os desafios e oportunidades de um futuro totalmente conectado são enormes. Esse cenário vai nos permitir explorar novos campos, e ajudar nossos clientes a ampliar seu valor agregado, mas as oportunidades são maiores ainda, e é por isso que estamos focando nesse conceito”, ela respondeu.

     

    Acredito que a Siemens está se tornando uma empresa de software e uma empresa digital, e isso obviamente inclui dados, mas mais importante que coletar dados é o que fazemos com eles para gerar valor

    Lisa Davis - Membro da Diretoria Executiva da Siemens global

     

     

    Ainda no período da manhã, assistimos ao lançamento oficial do Mindsphere, uma plataforma Siemens baseada em nuvem para destravar o potencial de gerar valor pelo conceito de “Internet das Coisas” no âmbito do ambiente industrial. O lançamento aconteceu após um bate papo da mestre de cerimônia do evento com Mike Sayen, vice-presidente e diretor de Estratégia da Siemens AG. Depois do almoço, que foi bastante informal, seguimos para o período vespertino, com seminários técnicos.

     

    No final do dia, tivemos a chance de conversar em particular com o CEO Paulo Stark. Perguntei a ele como a digitalização poderia aumentar a competitividade da indústria brasileira e como ela impacta na cadeia de geração de valor. “Essa pergunta ainda não tem uma resposta final, porque esse tema é muito novo e muitas respostas ainda vão surgir. Mas hoje já é possível dizer que, para o Brasil, a digitalização significa mais ou menos ‘zerar o cronômetro’, ou seja, a indústria de todos os países começa a competir de novo do zero. Toda a vantagem dos últimos trinta ou quarenta anos, com altíssimo grau de automação, é como se fosse zerada e entrássemos em um novo jogo”, disse Stark.

     

    Ao encerramento do evento, enquanto me dirigia à saída e agendava meu táxi por um aplicativo em meu smartphone, um exemplo ideal da capacidade da digitalização de mudar os paradigmas em curto período, eu estava certo de que no mundo do futuro, eventos imprevisíveis como a chuva durante o credenciamento pela manhã serão cada vez mais raros e previsíveis.

    ...
  • Versão online - Relatório Anual e de Sustentabilidade Siemens 2016: acesse!

    A última edição do Relatório Anual e de Sustentabilidade Siemens já está disponível! A publicação traz informações sobre as atividades da empresa no ano passado, destacando projetos de todas as nossas Divisões e mostrando como nossa atuação ajuda no desenvolvimento sustentável do Brasil.

     

    O Relatório também reúne dados sobre nossa estrutura, história da Siemens no Brasil, saúde, segurança no trabalho, meio ambiente, Compliance, transparência, colaboradores, fornecedores e cidadania corporativa. As conquistas e os compromissos da Siemens no campo da Sustentabilidade também fazem parte da publicação.

     

    Acesse a versão online aqui.

    ...
  • A diversidade é importante para nós!

     

    Dia Internacional Contra a Homofobia

     

    A Siemens dá um sinal de respeito, justiça e tolerância, afirmando assim seu compromisso com a diversidade global. Em diversas unidades da Siemens, a bandeira do arco-íris foi içada em um gesto de solidariedade para com todos os colaboradores, independentemente de sua orientação sexual e identidade de gênero.

    Na Siemens, nós promovemos ativamente uma atmosfera de trabalho aberta e inclusiva. Seja por meio de ações destinadas a reconhecer e apoiar a igualdade de casamentos do mesmo sexo, ou implementando medidas que acalmem as mentes dos empregados e apaguem os sentimentos de medo ou assédio.

     

    Apoio do Conselho Executivo

    Nosso CEO, Joe Kaeser, é comprometido com a diversidade:

    Joe Kaeser

    "Alguns dos principais elementos de uma organização vencedora são a tolerância, a transparência e o respeito. Para a Siemens, isso sem mencionar que nós respeitamos a orientação sexual e a identidade de gênero, visto que a diversidade, o comportamento aberto e a cooperação são alguns dos princípios da nossa cultura corporativa."

     

    Nossa Diretora de Recursos Humanos e Membro do Conselho Executivo, Janina Kugel, também defende a diversidade:

    Janina Kugel

    "Nos dedicamos a substituir a homofobia por uma comunidade respeitadora, tolerante e atenciosa. Na Siemens não se espera que ninguém deixe sua identidade pessoal na porta de entrada."

    Os alicerces foram estabelecidos – agora nós precisamos seguir e praticar essa abertura em toda nossa organização.

     

     

    LGBTI

    Em um esforço para ajudar a conscientizar no sentido de uma cultura de aceitação e abertura, o dia 17 de maio viu os empregados da Siemens organizarem o hasteamento da bandeira do arco-íris nos locais ao redor do mundo. Isso comunica uma intenção de criar um ambiente inclusivo dentro da empresa que possa resolver potenciais problemas, lidar com a resistência e servir como um ponto de contato para questões concernentes a esse assunto.

     

    Redes LGBTI

    A Siemens na Alemanha formou a primeira das redes LGBTI em 2014 – porque diversidade importa. Essas redes são empenhadas em representar os interesses dos empregados(as) lésbicas, gays, transgêneros e intergêneros (LGBTI). Desde então, mais países seguiram o exemplo alemão e lançaram redes que colaboram internacionalmente para apoiar os empregados da Siemens.

    ...
  • Temos uma nova mandrilhadora. E o que significa isso?

    Expectativa é aumentar produtividade em 70% com equipamento ultramoderno

    Imagine uma máquina de nove metros de altura, com quatro metros instalados embaixo da terra e cinco metros desde o solo. Agora, imagine a infraestrutura necessária para a sua instalação. Esta é a nova aquisição da Siemens, uma mandrilhadora que entrou em operação no dia 31 de março, na fábrica de Jundiaí (SP), depois de um ano de obras devido às suas dimensões.

    A máquina usina e dá acabamento em peças fundidas de grandes dimensões. Uma dessas peças é a carcaça da turbina que sustenta todo o conjunto e é capaz de suportar a passagem de vapor em altas pressões e temperaturas. Pensando em negócios futuros no mercado eólico, essa máquina também dimensionada para ser capaz de usinar o hub, que conecta as hélices que giram com a força do vento para a produção de energia eólica. A mandrilhadora vai produzir peças da Siemens, tanto para máquinas novas quanto para a área de serviços. Deve atender também às necessidades da recém-adquirida Gamesa, que atua no mercado de Energia Eólica e também utiliza peças de grande porte.

    A nova máquina foi adquirida da TOS Vansdorf ao custo de R$ 10 milhões. Veio substituir um equipamento mais antigo e menor, que tinha capacidade de usinar peças de até três metros. Os ganhos com a aquisição não se restringem apenas ao porte das peças que pode produzir, como explica Adriano Pescuma Rodriguez, gerente da fábrica de Turbinas a Vapor da Divisão Power & Gas (PG SU) e coordenador do projeto.

    “A nova mandrilhadora é o que há de mais moderno no mercado. É dez vezes mais rápida e extremamente precisa. Ela segue os padrões da NR-12, norma reguladora sobre operatrizes e rotativas. A expectativa é conseguir um ganho de produtividade em torno de 70%. Além disso, ela se insere no contexto de digitalização da Siemens, pois é totalmente automatizada”, afirma.

    Dois guindastes foram utilizados para instalar a coluna da máquina


    O processo de fabricação da mandrilhadora, preparação da fundação e instalação durou, ao todo, um ano. “Para se ter uma ideia da complexidade, foram necessários dois guindastes para instalar a coluna da máquina. Tudo isso sem parar a produção da fábrica, atendendo aos projetos dentro do prazo e sem a ocorrência de nenhum tipo de acidente. A dedicação e a união do pessoal envolvido foi fundamental para que tudo ocorresse com qualidade e segurança”, comemora Rodriguez.

    Dois engenheiros e dois operadores foram à República Tcheca, sede da fabricante, para fazer treinamento. “Com isso, a equipe terá condições de entregar resultados melhores em relação ao que o mercado espera”, finaliza.

     

    ...
  • Mais energia para produzir e alimentar mais

    Equipamento da Siemens vai ampliar em 50% a capacidade de geração de energia para fábrica de alimentos

     

    Não há crise econômica ou política que afete a necessidade das pessoas de se alimentar. Pensando nisso, a JBS, uma das maiores fabricantes de alimentos do mundo, dona de marcas como Seara e Friboi, está investindo em um novo equipamento para ampliar em 50% a capacidade de geração de energia elétrica na Usina Termelétrica de Biolins, em Lins, no interior de São Paulo. A planta abastece o complexo industrial da JBS e comercializa o excedente no mercado livre de energia, garantindo o rápido retorno do investimento.

     

    Com a nova turbina, a UTE Biolins passará a gerar uma potência total de 45 MW, 15 MW a mais se comparado com sua potência instalada atual (30 MW). É energia suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil habitantes. A UTE gera energia elétrica do vapor da queima do bagaço e da palha de cana e outros resíduos industriais, como cavaco e pó de serra de madeira.

     

    A turbina começa a rodar no início de abril, após o período de testes no final de março. “As expectativas são as de atingir números significativos de geração de energia com a estabilidade operacional que tanto buscamos”, diz Ricardo Neves, da área de Engenharia da JBS.

     

    Além de ampliar a energia gerada, o novo equipamento opera com maior autonomia e independência de fatores climáticos e de possíveis crises energéticas. A turbina contempla também o palhetamento de reação, tecnologia de ponta com eficiência diferenciada que traz maior confiabilidade no processo e durabilidade. A vida útil do equipamento é estimada em 50 anos.

     

    Mesmo antes de começar a funcionar, o cliente já comemora a satisfação com o projeto. “É nítido o conhecimento dos profissionais da Siemens e a qualidade do equipamento fornecido. São exatamente esses os pontos fortes: a garantia de qualidade e o fácil relacionamento com a empresa”, diz Neves.

     

    ...
  • Assumindo compromissos pelo desenvolvimento sustentável

    A Siemens preparou um estudo sobre necessidades e oportunidades para o desenvolvimento sustentável no Brasil. O presidente e CEO Paulo Stark explica detalhes dessa iniciativa.

    Muito consenso, pouca ação. Quando pensa em termos como desenvolvimento sustentável e responsabilidade social, o presidente e CEO da Siemens, Paulo Stark, tem consciência de que governos, empresas e sociedade têm muito mais a fazer do que já fazem. É como se todos concordassem que a ação é necessária, mas não se movessem rápido o suficiente em direção a ela.

     

    Mas o diagnóstico do executivo, que comanda a Siemens no Brasil desde 2011, não se transforma em pessimismo. Mesmo com suas necessidades de desenvolvimento e problemas sociais, o Brasil também serve de exemplo em campos variados, alguns de ponta, como biotecnologia e os setores aeronáutico, automotivo e agrícola. No campo energético, somos referência em iniciativas como bioenergia, além de o Brasil já ser um dos países em desenvolvimento com maior porcentagem de energia limpa em sua matriz energética.

     

    E qual o papel de uma empresa como a Siemens nesse contexto? Antes de tudo, entender as necessidades do país – agora e no futuro. E atuar pro ativamente para que suas soluções ajudem a atender essas demandas. A Siemens, há 112 anos como empresa no Brasil, não está partindo do zero. Pelo contrário: as soluções da empresa já fazem parte da infraestrutura do Brasil nos campos da energia, da indústria, dos transportes, da saúde. No entanto, o País pode avançar muito ainda, rumo ao desenvolvimento sustentável, e é justamente disso que tratou Stark em sua conversa com o MundoSiemens.

     

    Qual o significado do projeto Business to Society (B2S) para o Brasil?

    O projeto Business to Society relata como a Siemens contribui para o desenvolvimento do País, relacionando os projetos e atividades da empresa às prioridades do Brasil. Nas últimas décadas, o País tem buscado o desenvolvimento sustentável e alcançado um relativo sucesso, principalmente pela atuação do terceiro setor. Faltava, no entanto, um posicionamento mais efetivo do primeiro setor (governo) e do segundo (iniciativa privada). Ao aceitar esse protagonismo, a Siemens é coerente inclusive com sua própria forma de condução dos negócios. Ao contrário do antigo modelo econômico, no qual as empresas buscavam essencialmente os benefícios para os acionistas, nossa empresa hoje privilegia ações que tragam vantagens a todo o grupo de stakeholders. Ao nos colocarmos como uma empresa que tem instrumentos para favorecer o desenvolvimento sustentável, estamos vivenciando esse conceito de maneira efetiva.

     

    Por que você decidiu implementar o projeto B2S no Brasil?

    Quando conheci o projeto, em uma das reuniões do Sustainability Board da Siemens, do qual sou membro, senti uma identificação total com o que estamos fazendo no Brasil. É importante lembrar que a Siemens está no Brasil há quase 112 anos e, nesse longo período, participamos de muitos dos principais projetos de infraestrutura do País, como a construção da Usina de Itaipu, uma das maiores hidrelétricas do mundo, no início dos anos 1980, ou, mais recentemente, a implantação da primeira linha de metrô de alta eficiência e sem condutor do Brasil. Temos, como em outros países, uma imagem de empresa lançadora de tendências, e o B2S é uma oportunidade de reforçar isso, de forma ainda mais ampla e efetiva. Mensurar as contribuições da Siemens faz com que tenhamos um diálogo mais transparente com todos os públicos que se relacionam conosco. E há outro aspecto que eu considero importante: ao reunir essas informações em um relatório único, nós também oferecemos aos nossos próprios colaboradores uma visão abrangente do que nós fazemos e de que forma contribuímos para o Brasil.

     

    Quais pontos importantes do relatório B2S do Brasil podem ser compartilhados?

    Um dos aspectos que me entusiasmaram nesse projeto é o fato de que a relevância da Siemens fica evidente para além de números absolutos como faturamento e entrada de pedidos. Quando lemos o relatório e ficamos sabendo que uma empresa como a Siemens, com aproximadamente 6.000 colaboradores, viabiliza mais de 260 mil empregos indiretos, com seus negócios, percebemos nossa importância para o País. Mas há muitos outros destaques. Energia elétrica, por exemplo. O Brasil é um gigante da geração de energia elétrica do planeta, e a maior parte dessa energia produzida aqui vem de fontes limpas, especialmente a hidrelétrica. Quando confirmamos que 50% de toda a energia elétrica gerada, transmitida e distribuída no Brasil passa por equipamentos e soluções Siemens, nossa relevância torna-se ainda mais visível. Também é motivo de orgulho saber que apenas nossos projetos em energia eólica e geração de energia a partir da biomassa evitaram a emissão de três milhões de toneladas de CO2 anualmente na atmosfera. Olhando em perspectiva, também é compensador perceber que, hoje, a Siemens já está trabalhando em segmentos de alto potencial, como a modernização de ferrovias, influenciando positivamente os setores que podem se beneficiar de tecnologia. Isso sem mencionar a atuação direta da empresa em programas de capacitação de jovens, contribuindo para formar as mentes que vão direcionar o País no futuro.

     

    Como a análise do B2S e seu resultado podem ser utilizados para gerar impacto nos negócios?

    Esse é, de fato, o objetivo principal: gerar negócios que tenham impactos positivos na sociedade. É uma questão de valores e princípios, de cultura da organização. A Siemens está no Brasil há muitos anos, participou de muitos projetos importantes para o País e, de fato, nossa empresa tem capacidade de influenciar vários setores econômicos em que atua, como o elétrico, o de óleo e gás, o de saúde, entre outros. Apoiados em um trabalho como o B2S, legitimamos nosso discurso, porque ele torna claros os impactos positivos desses negócios de uma forma ampla para a sociedade. Do ponto de vista interno, também enxergo o B2S como uma ferramenta extraordinária para despertar a consciência de cada colaborador sobre o impacto do seu trabalho no ambiente externo. Em outras palavras, ele ajuda a compreender o propósito da atuação de cada um, o que amplia o impacto transformador do nosso trabalho.

     

    Para que e como você está utilizando os dados do B2S agora e no futuro?

    O objetivo imediato é criar oportunidades de negócios que resultem em impactos positivos para a sociedade, mas há outras aplicações importantes para este material. Sabemos que uma empresa apenas se mantém longeva se conseguir atrair boas pessoas, que garantam a continuidade daquilo que temos conquistado. E é cada vez mais evidente, para nós, que as novas gerações valorizam e priorizam empresas que atuam com foco na sociedade e na preservação ambiental, não apenas na lucratividade imediata. Ao expor nossa maneira de enxergar os negócios, nós nos aproximamos dessas pessoas. E eu fico particularmente feliz em ver que esta maneira de nos apresentarmos à sociedade está em linha com os valores que cultivamos desde o início da história da Siemens. O B2S é uma forma nova de nos apresentarmos, mas ele não reinventa a essência do que somos: uma empresa que se apoia em inovação, excelência e responsabilidade para “Tornar Real o que Importa”.

     

    Qual fato ou número do relatório B2S está mais próximo do seu coração?

    Todos, de alguma forma, são capazes de me sensibilizar. De fato, alguns tocam mais meu coração e outros, minha cabeça. Um deles foi a decisão da Siemens de aumentar o número de voluntários entre seus colaboradores. E fomos ambiciosos nesse aspecto, estabelecendo a meta de 10% da força de trabalho envolvida em ações de voluntariado. Para isso, criamos uma Política de Voluntariado e apoiamos as ações com um portal na nossa intranet, para aglutinar ações e favorecer a interação. Atingimos essa meta em 2016, mas vamos continuar atuando para que esse percentual continue crescendo. Também gostaria de destacar um programa desenvolvido em parceria entre a Siemens no Brasil e a Siemens Fundação, o Programa Formare, que capacita jovens na nossa fábrica de Jundiaí e foi, inclusive, reconhecido com o Prêmio Werner von Siemens, em 2016. No campo mais racional, sempre me chamam a atenção as soluções que ajudam nossos clientes a reduzirem suas emissões de CO2 e as que ampliam a eficiência energética das operações. A ideia de fazer mais com menos une a razão com a emoção, pois olho em perspectiva e imagino que estamos contribuindo para que uma população de 9 bilhões de habitantes, em um futuro não muito distante, consiga habitar este planeta, com qualidade de vida.

     

    B2S é mais um relatório da empresa ou ele significa um compromisso real da Siemens com o Brasil?

    Ótima oportunidade de falar sobre isso. Business to Society não é “mais um relatório”, como algumas pessoas podem, em princípio, imaginar. Ele é uma forma de nós nos posicionarmos, inclusive em relação às nossas próprias deficiências, de forma transparente, e de assumir compromissos. E acho que só podemos tomar essa atitude porque sabemos que somos capazes de superar nossas próprias limitações.

    É importante que todos os colaboradores, e suas lideranças, percebam a grande oportunidade que temos nas mãos de irmos além do negócio e trabalharmos seriamente pelo legado que a gente quer deixar para a sociedade. A recompensa que devemos buscar vai além dos salários e benefícios que temos como colaboradores da empresa. Ser Siemens significa também trabalhar em algo que vai gerar um retorno para a sociedade e para você mesmo, seus amigos, parentes. O centro da nossa atividade vai muito além dos números em si, ele está intimamente ligado à melhoria que queremos ter no País. Quantas atividades trazem essa perspectiva? Por isso, é importante perceber que o compromisso com o desenvolvimento sustentável é uma necessidade, não um discurso vazio.

     

    Como isso já impacta em nossa atuação?

    A Siemens já atrai muitos profissionais de alto potencial que escolhem nossa empresa justamente por assumirmos esses compromissos. Junto com eles, eu me sinto à vontade para dizer, por exemplo, que nossas soluções em digitalização têm potencial para contribuir para o crescimento de 0,75% do PIB brasileiro e reduzir o desemprego em 1 ponto percentual. Outro exemplo são nossas tecnologias voltadas para geração de energia renovável, como as turbinas eólicas e as turbinas de cogeração de energia de biomassa, que juntas, por meio de nossa base instalada no Brasil, reduzem anualmente 3 milhões de toneladas de CO2, como dito anteriormente. E esses são apenas dois exemplos. Nosso relatório B2S trará muitos outros. É uma forma ambiciosa e transparente de assumir um compromisso.

     

    Como transformar esse estudo em um legado duradouro?

    Para que isso aconteça, nossa engenhosidade é nossa principal ferramenta. O estudo delimita alguns aspectos que foram estudados e nos quais podemos contribuir. Mas mais do que um documento, B2S pede uma atitude inovadora, participativa e proativa. Mapeamos algumas necessidades da sociedade e como podemos agir para contribuir com o País. Mas existem muitos outros gargalos no mundo afora. Precisamos olhar para o que está ao nosso redor. Quantas outras necessidades de nossas cidades e regiões poderiam se beneficiar desse novo olhar? Temos o privilégio de podermos agir como transformadores da sociedade em nosso trabalho, para sermos não só colaboradores com metas de negócios, mas também agentes de mudança que há tantas gerações desejamos. Vamos ficar olhando isso passivamente ou vamos agir? Ao meu ver e, felizmente, de muitos, acho que devemos aproveitar essa oportunidade. Quando, de outra forma, você poderia falar para sua família e amigos que além de fechar um grande negócio, também ajudou com sua engenhosidade a contribuir para o crescimento sustentável do Brasil?

    ...
  • Siemens Healthineers consolida nova marca global em Jornada de Radiologia

    A Siemens Healthineers reforça a sua liderança em tecnologia na área da saúde ao trazer para a 47ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR 2017) inovador portfólio de produtos e soluções para a área de diagnóstico por imagem e gestão em saúde.  A antiga Divisão da Healthcare da Siemens comunicou globalmente em 2015 a sua nova estratégia, passando a atuar como uma empresa independente dentro do grupo e, pela primeira vez, participa da JPR com a nova marca e novo visual.

     

    Durante o mais importante evento de radiologia da América Latina, que acontece de 4 a 7 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a Siemens Healthineers fortalece sua presença no mercado ao agregar ao seu amplo portfólio, serviços em saúde digital e consultoria para ajudar os clientes a terem êxito no dinâmico mercado de saúde.

     

    Armando Lopes, Country Head da Siemens Healthineers no Brasil, ressalta a importância do evento para o posicionamento da nova marca da companhia e destaca o cuidado da empresa em priorizar as constantes transformações do mercado. “A nova marca destaca nossa expertise em engenharia e o pioneirismo em saúde, reforçando a mensagem de que estamos preparados para acompanhar o cenário do setor, cada vez mais dinâmico e competitivo; e que cada vez mais busca respostas que gerem maior produtividade e integração de dados, com menores custos. Trabalhamos incessantemente para ser o parceiro estratégico dos nossos clientes, oferecendo-lhes soluções que promovam excelência clínica, eficiência operacional e financeira”, explica e executivo.

     

     

    Destaques da companhia para a JPR 2017

     

    Ultrassom

    Dentro do extenso portfólio de ultrassonografia, a Siemens Healthineers trará para a JPR a linha ACUSON S, pioneira na tecnologia de elastografia ARFI, com imagem em HD para um melhor diagnóstico clínico e com a opção do ABVS, uma solução inovadora que permite um exame automatizado da mama, promovendo maior comodidade aos pacientes e melhor precisão no diagnóstico.

    Outro destaque será o ACUSON NX2, novo produto da família NX. O equipamento possui sistema intuitivo e inteligente e foi projetado para proporcionar maior produtividade e eficiência, sendo também adaptável à demanda e principais necessidades da rotina clínica.  Entre os portáteis, o destaque é o ACUSON P500, uma solução com interface intuitiva e ágil, que se adapta facilmente às principais rotinas clínicas, inclusive Point of Care e Emergências.

     

    Mamografia

    O mamógrafo digital Mammomat Inspiration PRIME High Definition Breast Tomossynthesis possui a tecnologia inovadora Insight que permite a visualização sintética dos volumes da tomossíntese em 2D e 3D, resultando em significativa redução de dose nos exames de mama aos pacientes.  

     

    Radiografia

    A Multix-B, fabricada no Brasil, chega ao mercado com um novo design e com uma estativa totalmente articulada que facilita a realização de exames em pronto socorro para pacientes com dificuldade de locomoção. O sistema possibilita maior precisão e rapidez nos posicionamentos.

     

    Ressonância Magnética

    Como lançamento, a empresa traz o novo MAGNETOM Sempra de 1,5 Tesla, que apresenta um conceito inovador ao combinar exames mais rápidos com custos operacionais reduzidos. O equipamento também permite alto padrão de qualidade de imagem e aplicações clínicas avançadas com excelente custo benefício.  Exames de cérebro, coluna vertebral e músculo esquelético compõem 75% dos casos da rotina clínica. Pensando nisso, o MAGNETOM Sempra possui, em sua configuração standard, cinco ferramentas que permitem otimizar o fluxo de trabalho nestes casos para todos os tipos de pacientes. Como um grande diferencial do seu portfólio em ressonância magnética, A Siemens Healthineers possui o Quiet Suite, tecnologia capaz de tornar os exames até 95% mais silenciosos, sem comprometer a qualidade da imagem, promovendo maior conforto ao paciente.

     

    Tomografia Computadorizada

    A nova família de equipamentos de tomografia computadorizada, SOMATOM go., proporciona melhores resultados a um maior número de pacientes, dando maior agilidade à rotina clínica. Na JPR será apresentado o SOMATOM go.Now*, que possui estação de trabalho  móvel, permitindo mais flexibilidade e mobilidade ao ambiente. Um tablet integrado ao tomógrafo possibilita que o profissional de saúde analise as informações do paciente, prepare os protocolos de exame e realize todas as etapas de aquisição, reconstrução, pós-processamento e arquivamento das imagens dentro da sala de exames. Com software intuitivo, a nova plataforma torna a operação mais simples e ainda permite maior interação e proximidade entre profissionais e pacientes.

     

    * Registro pendente na ANVISA

     

    Imagem Molecular

    Como destaque em PET/CT, a companhia apresentará o Biograph Horizon, que fornece imagens de alta qualidade por meio da tecnologia de aquisição Time-of-flight e possui flexibilidade para atender toda a demanda atual em oncologia, neurologia e cardiologia. A solução vem acoplada a um TC de 16 canais de alta de qualidade de imagem, o que possibilita o uso compartilhado com a radiologia, radioterapia e medicina nuclear.

     

    TI e gerenciamento de base instalada

    A Siemens Healthineers investe em ferramentas de TI que permitem um controle mais seguro da base instalada, auxiliando também na manutenção preventiva e ajudando a reduzir custos. Como destaque para estão o teamplay e o LifeNet. O primeiro é uma plataforma que possibilita a análise da performance dos equipamentos, bem como emissão de dose, armazenando todas as informações na nuvem. Com estes dados, é possível realizar análises de produtividade, mensurar volume e tempo médio entre exames e efetividade por turnos de trabalho e ainda padronizar os protocolos de atendimento. Já o LifeNet, é um portal na web em português totalmente interativo, que permite aos clientes gerenciarem a performance e a manutenção do seu sistema e equipamentos de forma simples e rápida. Com apenas um clique, é possível abrir e acompanhar chamados, consultar atividades programadas, verificar treinamentos agendados, acessar dados de contrato e outras funcionalidades.

     

    Para mais destaques, acesse a página da Siemens Healthineers na JPR 2017: www.siemens.com.br/healthinners/jpr2017

     

    Sobre a Siemens Healthineers

    A Siemens Healthineers corresponde à área administrada separadamente da Siemens AG, que busca auxiliar os profissionais da saúde a enfrentar os desafios atuais do setor para que, desta forma, destaquem-se em seus respectivos ambientes. Líder em tecnologia médica, a Siemens Healthineers inova constantemente o seu portfólio de produtos e serviços, seja na área de diagnóstico por imagem e terapias avançadas, diagnóstico laboratorial e medicina molecular. A companhia também desenvolve de forma ativa os seus serviços em saúde digital e consultoria para ajudar os clientes a terem êxito no dinâmico mercado de saúde, definindo novos modelos de negócios que maximizam as oportunidades e minimizam o risco para os provedores de serviços de saúde. No último ano fiscal, finalizado no dia 30 de setembro de 2016, a Siemens Healthineers gerou uma receita de €13.5 bilhões e um lucro líquido de mais de €2.3 bilhões, tem cerca de 45.000 funcionários em todo o mundo. Mais informações estão disponíveis em www.siemens.com/healthineers.

    ...