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  • Vídeo: A importância do setor privado para atingir os objetivos de desenvolvimento sustentável

    Nosso CEO e presidente Paulo Stark fala sobre a importância do setor privado, como agente transformador para atingir os objetivos de desenvolvimento sustentável da iniciativa da ONU, Pacto Global. Clique aqui e confira!

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  • Saiba mais sobre o COMOS, o software de engenharia ideal para a digitalização de projetos industriais

    Um dos maiores desafios da indústria é conseguir aprimorar seus processos, aumentar a produtividade e qualidade ao mesmo tempo em que é cada vez mais necessário reduzir os custos.

    O software COMOS garante tudo isso e é a solução ideal para utilização em qualquer fase do ciclo de vida da sua planta industrial – da engenharia às operações.

     

    COMOS - Gestão integrada do seu projeto

    COMOS é um software de engenharia destinado às indústrias de processo e que contém componentes CAE (Computer Assisted Engineering), CMMS (Computerized Maintenance Management System) e DMS (Document Management System).

    O COMOS garante a gestão integrada do projeto, desde o planejamento até a manutenção. De maneira inovadora, o COMOS permite a aplicação da engenharia simultânea, onde fluxogramas e dados de engenharia podem ser manipulados por diversos engenheiros, técnicos e projetistas ao mesmo tempo.

    O COMOS é a única solução disponível no mercado que utiliza um único banco de dados para todas as disciplinas, o que assegura a colaboração total e transferência de dados atualizados e confiáveis entre todas as disciplinas e durante todo o ciclo de vida da planta.

     

    COMOS - Portfólio

    O portfólio multidisciplinar do COMOS é dividido por módulos, que abrangem desde as áreas de processo e automação, como FEED, P&IDs, EI&C e planejamento lógico, até a parte 3D, com funcionalidades que incluem conversão do modelo original, visualização em Realidade Virtual, possibilidade de realizar treinamentos com um avatar, tudo isso integrado ou independente dos dados 2D.

    Nosso portfólio inovador pode ser aplicado em cada fase do projeto, desde o projeto detalhado até a construção, e do comissionamento até a operação /manutenção, permitindo a integração dos dados do projeto por todo o ciclo de vida. Nossa plataforma unificada de dados fornece a engenheiros de plantas, empresas de construção e operadores, um fluxo ininterrupto de informações e dados relevantes do projeto.

    COMOS também pode ser conectado e sincronizado com diversas soluções, como ERP e DCS, além de interfaces nativas com outros softwares, como PCS7, OpenPlant, SAP, Aveva PDMS e outros.

    COMOS é a solução ideal para as empresas que precisam de:

    • Todos os dados necessários para a gestão da planta disponíveis em um único local e com colaboração entre diferentes disciplinas e dados consistentes e atualizados – Saiba mais sobre o COMOS Platform
    • Mais inteligência e processos automatizados na engenharia de processo da planta – Saiba mais sobre o COMOS Process
    • Reduzir custos de homem-hora documentando projetos Elétricos e de Automação em uma única ferramenta – Saiba mais sobre o COMOS Automation
    • Redução do tempo improdutivo de operações com gestão e organização de todas as tarefas de manutenção, serviços e inspeção - Saiba mais sobre o COMOS Operations
    • Processo seguro e eficiente para gestão, monitoramento e validação da documentação – Saiba mais sobre o COMOS PQM
    • Acesso à todas as informações, dados e documentos do projeto através de dispositivos móveis como notebooks, smartphones, tablets, etc de maneira simples e rápida e sem necessidade de acesso à internet – Saiba mais sobre o COMOS Mobile
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  • Um potencial que começa a ser explorado

     Atualmente, o Brasil sofre com as perdas de energia  elétrica na transmissão em decorrência das longas  distâncias entre polo de geração (usinas hidrelétricas,  principalmente) e de consumo.

    A geração distribuída (GD) surge como uma alternativa para amenizar esses prejuízos. Ela que já é uma forte tendência em países desenvolvidos, principalmente utilizando fontes renováveis como biomassa e biogás, vem ganhando força no Brasil.

     

    Contudo, enquanto os países considerados de primeiro mundo apresentam políticas arrojadas a fim de diversificar a matriz energética e diminuir a dependência de combustíveis fósseis, ainda são necessárias algumas mudanças para que esta modalidade deslanche como alternativa aqui no Brasil. Incentivos fiscais, maior agilidade nos processos de obtenção de licenças ambientais e criação de tarifas específicas pelas distribuidoras por fontes de combustível facilitariam a disseminação da categoria.

     

    Como funciona:

     

    De acordo com Ramon Heleno, engenheiro de vendas de Power Generation da Siemens, “a geração distribuída requer menor tempo de implantação e de valor a ser investido no empreendimento em relação às centrais geradoras centralizadas” e que “por estarem próximas aos centros de carga, as soluções de geração distribuída também reduzem o custo de infraestrutura de distribuição e as perdas nas linhas. Portanto, para assegurar que o cenário energético nacional siga a mesma tendência, é necessário que ainda mais mecanismos sejam estabelecidos para incentivar a geração distribuída”.

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  • O primeiro fogo no Egito

    Em 18 meses, 4.8 GW de energia foram conectados à rede do Egito. Enquanto entrega, o número corresponde a um recorde mundial em velocidade de execução de grandes projetos.  Enquanto cidadania, serão 15 milhões de egípcios que agora receberão energia elétrica e novas oportunidades. 

     

    Há mais de 115 anos a Siemens atua no Egito. E colaborar com uma nação que viu o nascimento das grandes pirâmides é uma responsabilidade única. A companhia é testemunha do progresso de um país com enorme potencial e que hoje vê a escrita de um novo capítulo. O “Megaprojeto do Egito” irá girar a chave da mudança. Serão mais empregos, oportunidades de negócio e, consequentemente, prosperidade para o povo.

    O projeto, audacioso em execução, ganhou status de “estado da arte” em tecnologias de geração de energia. Não seria por menos, já que o ativo conta com três usinas de ciclo combinado, com 4.8 GW de capacidade cada, além de 12 parques eólicos que contabilizam cerca de 600 turbinas.

     

    “O povo do Egito pode contar com a Siemens”

    A declaração de Joe Kaeser, presidente da empresa alemã, não poderia estar mais alinhada com as metas do trabalho feito. O comprometimento social abrange mais de 5 mil cidadãos com acesso a um programa de treinamento ocupacional, além da capacitação avançada de 600 engenheiros e técnicos. Estes profissionais poderão usar seu conhecimento para operar as unidades entregues e, futuramente, dividir sua experiência com as seguintes gerações. 

    Entregar as usinas é um primeiro passo para um acordo de longo prazo. Acordo este, que proverá serviços e manutenção para assegurar a alta performance e eficiência esperados das centrais de energia.

     

    Potencializando a geração total do país com responsabilidade

    O megaprojeto irá impulsionar a geração de energia egípcia em cerca de 50%. São três usinas de energia combinadas e alimentadas por turbinas de gás natural e de vapor. A combinação entre os dois formatos de turbinas faz com que o calor dissipado no uso do gás seja reutilizado na operação do vapor. Isto diminui as emissões de CO2 e otimiza custos.

    A capacidade de energia do país é outro fator que atrai os olhos da companhia. E um estudo, com entrega programada para o ano de 2025, apresentará uma expectativa deste cenário.

     

     

    O poder de uma promessa

    Uma turbina de gás é instalada em uma planta de energia, os motores se movem e a queima de gás acontece no combustor. Esta primeira produção recebe o nome de “primeiro fogo”. No dia 2 de março, executivos da Siemens se juntaram a autoridades locais para celebrar o momento simbólico deste primeiro fogo. Foram apenas 18 meses entre a assinatura do contrato da obra e a conexão dos primeiros 4.8 GW de energia à rede do país. Assim que finalizadas, as três turbinas estarão aptas a gerar uma capacidade combinada de 14.4 GW.

    De agora em diante, a comunidade desfrutará de energia confiável, que levará empoderamento, sonhos e realização ao Oriente Médio e, por que não dizer, ao mundo.

     

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  • Iniciativas de inovação aceleram digitalização

    A digitalização prevê a integração de diferentes áreas e, para tanto, requer que esse contato seja satisfatório. Com o objetivo de otimizar essa troca de ideias entre as áreas, as empresas têm investido em centros de inovação, palco para geração de conhecimentos.

     

    No caso da Siemens, a busca por boas práticas de inovação ocasionou a criação de uma área de investimento em startups, a qual financia o desenvolvimento de soluções por novas empresas e depois, se aprovadas, as integra ao seu negócio.

     

    De acordo com Simone Ortelan, analista de inteligência de mercado da Siemens, a digitalização tem um papel-chave na redução do tempo de desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços, flexibilização e customização da produção e aumento da eficiência de processos. A partir disso, é possível perceber o quão fundamental é investir nesse processo.

     

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  • O Instituto Físico e Técnico, 1894

    Werner von Siemens sempre dizia que a ciência e a tecnologia só poderiam funcionar juntas. Seu apoio ajudou a estabelecer a primeira instituição estatal alemã de pesquisa básica: o Instituto Físico e Técnico (Physikalisch-Technische Reichsanstalt) em Berlim, em 1887, que é ainda – hoje sob o nome de Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) – um dos principais pilares da pesquisa científica na Alemanha. 

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  • Primeiro carro elétrico, 1881

    A Siemens & Halske construiu a primeira linha de bonde elétrico do mundo por conta própria. A linha de 2.5 km ligava a estação de trem Lichterfelde em Anhalt (atualmente estação de Lichterfelde Ost) à Academia Militar em Zehlendorfer Straße (hoje Finckensteinallee). Nos três primeiros meses, a linha transportou 12.000 passageiros

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  • Apresentação do primeiro trem elétrico do mundo na Exposição Comercial de Berlim, 1879

    Baseado no princípio dínamo-elétrico que Werner von Siemens descobriu em 1866, o motor elétrico se tornou uma nova tecnologia para transportar bens e pessoas. Em 1879, a Siemens & Halske apresentou o primeiro trem elétrico do mundo na “Exposição Comercial de Berlim”. Com a velocidade de sete quilômetros por hora, a locomotiva puxou três carros pequenos com seis assentos cada um ao redor de uma pista circular de 300 metros. Werner von Siemens orgulhosamente relatou a seu irmão Carl: "Nossa ferrovia elétrica [...] é um espetáculo. Está funcionando ainda melhor do que o esperado."

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  • Entenda porque as Smart Grids são realmente inteligentes.

     Sempre que você ouve falar em Smart Grids, você está ouvindo falar sobre a evolução da rede elétrica. Isso inclui subestações, transformadores e muitos outros dispositivos capazes de conduzir, transformar e distribuir a energia elétrica desde a geração até a sua casa.

     

    POR QUE SMART GRIDS?

    Resumidamente, estamos elevando a capacidade de transmissão de energia de nossas redes ao seu potencial máximo. Se você verificar sua casa, provavelmente vai se espantar com a quantidade de aparelhos conectados a uma tomada: congeladores, refrigeradores, condicionadores de ar, máquinas de lavar e secar, micro-ondas, computadores, notebooks, televisores e muitos outros. Embora essa seja uma evidência pequena, a demanda por energia elétrica aumentou, e tende a aumentar cada vez mais. Hoje, nós consumimos cerca de 20.300 terawatts-hora. Em 2030, a expectativa é que consumamos 33.000, com um aumento de 2,2% ao ano. Esse crescimento sobrecarrega as redes elétricas, que passam a operar sob pressão e se tornam mais frágeis e instáveis. Como os eletrodomésticos modernos também são mais sensíveis às variações de energia, abastecer essas redes se torna ainda mais desafiador.

    Em um cenário dessa complexidade, soluções mais inteligentes são necessárias para superar os problemas de fornecimento de energia a longo prazo.

    Por ser a única provedora de infraestrutura integrada de energia do planeta que abrange a cadeia inteira de conversão de energia, a Siemens consegue responder, de forma inteligente e inovadora, aos desafios cada vez mais complexos enfrentados pelo setor de energia, por meio das Smart Grids, as redes inteligentes de energia, que entre diversas funções, proporciona uma energia de maior qualidade nos vários níveis de tensão, aumentando a estabilidade do sistema

     

     

    E O QUE TORNA AS SMART GRIDS "SMART"?

    Em muitos casos, as soluções em Smart Grids são desenvolvidas sobre redes elétricas pré-existentes, tornando-as mais inteligentes por meio da aplicação de novas tecnologias. No entanto, são as funções avançadas de monitoramento, análise, controle e comunicação que conseguem reduzir a perda de energia e otimizar sua distribuição. Com essas melhorias significativas, as redes conseguem se recuperar rapidamente de distúrbios, reduzir o impacto que os picos de consumo provocam na rede, aumentar a segurança do uso de eletricidade e ainda diminuir custos operacionais de produção.

    Hoje, gera-se energia obedecendo à demanda energética existente. A ideia, contudo, é que, em um futuro próximo, o consumo ocorra depois da geração, como no caso dos carros elétricos. Além de viabilizar essa mudança de paradigma, a tecnologia digital das Smart Grids permite trazer a geração de energia para mais perto dos consumidores e tornar o consumo mais transparente. Nos próximos anos, será possível optar por horários nos quais o kilowatt é mais barato para executar determinadas atividades.

    Os fluxos de energia e comunicação unidirecionais serão substituídos por fluxos de energia bidirecionais, possibilitando que um ponto na rede possa tanto consumir como injetar energia, ou seja, casas ou edifícios com painéis solares ou energia armazenada, que disponham de energia excedente, poderão compartilhá-la na rede.

    As Smart Grids fazem parte de um futuro que está cada dia mais próximo. Apesar desta tecnologia estar começando aqui no Brasil, em mercados mais maduros ela já se encontra em fase de maturação. Uma rede energética estável e completamente automatizada é a resposta para problemas de instabilidade em redes de energia, e vai solucionar as questões de demanda através de sistemas inteligentes e independentes. Um futuro energético muito mais eficiente já está se constituindo, e vai ajudar a mudar nossa sociedade mais uma vez.

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