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  • Beatriz Braga Moura 21/02/2018

    Otimização, integração e futuro da indústria de fertilizantes

    Depois de reunir-se com especialistas de inúmeras empresas líderes de fertilizantes de todo o mundo na conferência Nitrogen & Syngas em Londres no início de 2017, o momento foi destinado para acompanhar as ideias, os conhecimentos obtidos e os contatos feitos no evento.

     

    O mercado enfrenta concorrência, otimização de processos e ajuste de capacidade. As soluções para aumentar a segurança, simplificar a complexidade, melhorar o desempenho e maximizar a eficiência da produção continuam a gerar grande interesse. Um assunto, no entanto, que influencia todos são os dados inteligentes e a tomada de decisão inteligente.

     

    As fábricas de produção de fertilizantes de hoje têm que gerenciar grandes volumes de dados e também gerenciar operações cada vez mais complexas. Ser capaz de responder de forma rápida e flexível às necessidades dos clientes e os desenvolvimentos do mercado envolve ser "plenamente conhecido" em todos os momentos, em cada etapa do processo. O gerenciamento efetivo de dados é indispensável para que tudo aumente o desempenho e a disponibilidade da planta para melhorar a qualidade da produção, rendimento, segurança dos processos, gerenciamento de recursos, manutenção de sistemas, eficiência energética e muito, muito mais - em outras palavras, para obter e manter uma vantagem competitiva. Ter lucro nos mercados apertados de hoje requer um alto grau de integração de processos ao longo de todo o ciclo de vida do produto, desde a fase de planejamento até a desmontagem.

     

    Aproveitando ao máximo seus recursos

     

    Ao investir em tecnologias inovadoras projetadas para tirar o máximo proveito dos ativos e recursos disponíveis, as empresas ainda conseguem obter ganhos significativos a longo prazo, inclusive em ambientes de mercado altamente competitivos. A Siemens tem um portfólio abrangente de automação de processos, instrumentação, segurança, monitoramento e análise de tecnologias, além de ofertas mais amplas e inovadoras de motores, conversores, compressores, turbomáquinas horizontais e verticais de eixo único para economias de energia em plantas de amônia e ureia. Finalmente, as soluções de digitalização, análise e serviços de campo para a indústria de fertilizantes são excelentes.

     

    Com o seu portfólio orientado para o futuro, por exemplo, compressores centrífugos e alternativos Dresser-Rand altamente eficientes ou o analisador de gás natural SITRANS CV ou SIPROCESS GA700, a Siemens está posicionada para ajudar os clientes a alcançar o seu máximo de eficiência.

     

    Nas áreas de manutenção preditiva, gerenciamento de dados de energia e otimização de recursos para plantas de fertilizantes, o MindSphere, nosso sistema operacional aberto IoT baseado em nuvem, fornece uma base sólida para aplicativos e serviços baseados em dados da Siemens e de fornecedores externos, como em áreas de manutenção preditiva, gerenciamento de dados de energia e otimização de recursos.

     

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  • Beatriz Braga Moura 06/02/2018

    Microgrids: o caminho para a independência energética local

    Se a Alemanha alcançar a sua meta de gerar 80% da sua energia através de recursos renováveis até 2050, uma solução sistêmica será necessária. Microgrids, por exemplo, estão sendo desenvolvidos por uma rede de pesquisa ao redor da Siemens. A experiência adquirida oferece a oportunidade de recompensas financeiras e a Siemens fundou a egrid joint venture com esse objetivo.

     

    A transição da Alemanha para uma economia de energia renovável está avançando a todo vapor. As energias renováveis já representam 25% do mix energético. No entanto, uma maior quantidade de eletricidade de fontes renováveis precisará ser canalizada para que a rede da Alemanha atinja o seu objetivo de 80% de energia renovável até 2050.

     

    Até hoje a capacidade instalada das energias renováveis da Alemanha está forçando a rede do país a chegar no seu limite. São necessárias redes inteligentes para garantir que os sistemas de distribuição de energia possam fornecer energia elétrica suficiente aos consumidores, mesmo que a produção de energia varie com o tempo. Ao contrário das redes de hoje, as redes inteligentes poderão equilibrar a geração e consumo de energia enquanto a eletricidade é distribuída.

     

    Para garantir a eficácia dessa proposta, entre 2011 e 2013 um grupo de pesquisa liderado pela Siemens criou e testou uma rede inteligente na cidade de Wildpoldsried, na região de Allgäu, no sul da Alemanha como parte do projeto IRENE (Integração da Energia Regenerativa e da Mobilidade Elétrica). Michael Metzger, Gerente de Projeto de atividades da Siemens na rede de pesquisa da IRENE, explica que a Wildpoldsried foi o local ideal para começar o projeto. “Mesmo em 2010, Wildpoldsried estava usando instalações de energia eólica, solar e biomassa para produzir cerca de duas vezes mais eletricidade do que consumia. Em outras palavras, a cidade já oferece as condições que esperamos ver em toda a Alemanha no futuro”.

     

    O projeto

     

    O projeto IRENE foi concluído com sucesso no final de 2013. A rede inteligente se mostrou capaz de equilibrar de forma flexível o fornecimento de eletricidade e a demanda de energia flutuante da comunidade e, dessa forma, manter a estabilidade da rede. Entre outras coisas, isso foi conseguido com a ajuda de dois transformadores de distribuição controláveis e uma instalação de armazenamento de bateria. A rede inteligente da comunidade também foi equipada com um sistema de medição sofisticado, uma infraestrutura de comunicação moderna, com sistemas de geração de energia distribuídos e renováveis, como unidades fotovoltaicas e de biogás.

     

    Além dos parceiros da pesquisa, os moradores de Wildpoldsried se beneficiaram do projeto. Graças a rede inteligente instalada, a geração de energia é cinco vezes maior do que o seu consumo. Isso é significativamente maior do que o necessário para a carga de pico local.

     

    IRENE possibilitou aos seus parceiros de projeto estabelecer condições técnicas ideais para avançar mais um passo em direção ao ambicioso objetivo de transição de energia da Alemanha em 2050. Um projeto subsequente, IREN2, com tempo de execução programado para três anos, iniciou em julho de 2014.

     

    "Se quatro quintos da nossa energia vierem de fontes renováveis e não de usinas de energia convencionais a partir de 2050, então - em termos do estado atual da tecnologia - ainda enfrentamos um grande desafio", comenta Torsten Sowa da Universidade RWTH Aachen. “Isso acontece porque hoje os sistemas de energia que usam fontes renováveis não são capazes de fornecer os serviços do sistema, como fazer energia reativa viável para manter a tensão em redes superpostas. Em outras palavras, nós precisamos de uma nova solução para alcançar nosso objetivo em 2050.”

     

    Substituindo usinas de energia convencional

     

    É aí que a IREN2 entra! Financiado pelo Ministério da Economia e Energia da Alemanha, o projeto está programado para acontecer por três anos. O objetivo é usar sistemas de geração de energias distribuídos e componentes como dispositivos de armazenamento de bateria, combinar calor com usinas de energia, unidades de biogás e geradores de diesel para modificar a rede que foi construída em Allgäu, para que se permita a entrega de serviços do sistema que as usinas de energia convencional fornecem hoje. 

     

    O IREN2 apresentou a oportunidade de investigar cientificamente e praticamente testar a operação de redes autônomas separadas e usinas de energia topológica. Novos tipos de estruturas de rede e sua gestão foram estudados com o objetivo de descobrir como os sistemas de energia com geração de energia distribuída e componentes adicionais podem ser tecnicamente e economicamente otimizados.

     

    Monetizando resultados de pesquisa

     

    Os especialistas da Siemens agora pretendem trabalhar em conjunto com o Allgäuer Überlandwerk para comercializar os resultados. O Allgäuer Überlandwerk criou a empresa egrid para este fim. Em maio de 2017, a Siemens conquistou uma participação de 49% na empresa.

     

    A joint venture explica aos operadores das redes de distribuição como a expansão das redes inteligentes pode funcionar com uma grande proporção de geração de energia renovável. "Ajudamos fornecendo inteligência em vez de cobre", diz Metzger, referindo-se à necessidade de evitar a expansão desnecessária da rede. Isso é realizado pelos critérios de planejamento da rede de distribuição que os especialistas da Siemens derivaram do projeto IRENE. Dois aspectos estão em primeiro plano nesse desenvolvimento: como podem ser integradas grandes quantidades de energia das instalações de geração descentralizada na rede e como uma rede de distribuição descentralizada pode ser controlada de forma confiável.

     

    Municípios e indústria estão entre os primeiros clientes da egrid. "Todos eles lucram com nossas soluções para alimentação descentralizada e armazenamento - soluções práticas do mundo real. Dessa forma, nós, juntamente com a Allgäuer Überlandwerk, apoiamos ativamente a nova política energética ", explica Michael Schneider, chefe do segmento de negócios da Power Technologies International na Energy Management. A egrid é mais do que simplesmente uma joint venture que surgiu de um projeto de pesquisa e agora tem retorno financeiramente, a egrid ajudará a implementar a nova política energética.

     

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  • Beatriz Braga Moura 29/01/2018

    Investir no futuro é servir o meio ambiente

    Usamos os recursos de forma responsável. Na prática, isso se traduz em mais proteção climática e conservação de recursos.

     

    Proteção ambiental: mais de quatro décadas de experiência

     

    A proteção ambiental tem uma longa tradição na Siemens, um assunto presente na empresa desde 1971. Procuramos avanços tecnológicos e soluções inovadoras para minimizar o impacto negativo das nossas operações no meio ambiente. Ao mesmo tempo, o uso moderado de materiais valiosos e brutos nos ajuda a garantir a competitividade sustentável.

     

    O programa que serve o meio ambiente

     

    A Siemens reforça o senso de responsabilidade e autonomia entre funcionários e clientes. O consumo de água e energia, bem como a geração de resíduos e emissões, afeta todos os nossos departamentos. No nosso programa ambiental, nós definimos objetivos e atividades destinados à redução dos impactos ambientais negativos em todas as sedes da Siemens. Essa é uma contribuição importante para a proteção de recursos e também do clima, ao mesmo tempo em que aumenta os benefícios do cliente.

     

    Saiba mais sobre os nossos esforços para otimizar o gerenciamento de resíduos, água e reduzir as emissões prejudiciais para o meio ambiente!

     

    Servir ao meio ambiente

     

    A meta para o nosso programa em 2020 é minimizar os impactos ambientais das operações da Siemens

     

    Nós encerramos o ciclo dos materiais

     

    A Siemens está comprometida a preservar os recursos e materiais continuamente. Nosso objetivo é deixar de contribuir para a existência de aterros sanitários. Reutilizando, regenerando e reciclando produtos, nós conservamos de forma sustentável os recursos do nosso planeta e encerramos o ciclo dos materiais. Para isso desenvolvemos modelos de negócio rentáveis, como remodelação, contratação de energia e impressão 3D.

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  • Beatriz Braga Moura 22/01/2018

    Fábricas digitais: estações de trabalho personalizadas

    Na fábrica do futuro tudo vai estar conectado. Cada estação de trabalho ao longo da linha de montagem terá como saber qual é o próximo funcionário que está programado para trabalhar nela.  Robôs cooperativos irão auxiliar na realização de tarefas complexas.

     

    A única semelhança dos trabalhadores da fábrica do futuro com os trabalhadores de hoje talvez seja a roupa de trabalho. Eles ainda irão trabalhar em estações, mas não serão locais com turnos rígidos ou processos de produção inflexíveis e restritos a uma única estação de trabalho. De acordo com Johannes Labuttis, engenheiro mecânico formado pela Universidade Técnica de Munique (TUM) e atual Lead Consultant da Siemens Corporate Development em Munique, as atividades mais monótonas e unilateralmente árduas provavelmente farão parte do passado em 15 anos.

     

    A fábrica do futuro será organizada como a “internet viva”

     

    A gestão individual do tempo de trabalho dos funcionários será alinhada com os recursos humanos da empresa. Isso porque, segundo Labuttis, a fábrica do futuro será altamente flexível e organizada como uma internet viva, na qual tudo e todos estão conectados. “As linhas de produção e suas estações de montagem serão adaptáveis, dessa forma será fácil reestruturá-las de acordo com a solicitação do cliente”, explica ele. Isso permitirá adaptar rapidamente a produção às mudanças da demanda. Os funcionários trabalharão em cada estação em um turno com ciclo fixo. Eles terão conhecimento de todas as etapas do trabalho, desde o início do processo até o produto final. Os gerentes de planta se beneficiarão com isso porque os trabalhadores poderão executar suas tarefas de forma eficiente em qualquer estação de trabalho.

     

    Estações de trabalho inteligentes

     

    Pelo fato de tudo estar conectado, cada estação de trabalho irá saber, em qualquer momento, qual é o próximo funcionário que está programado para trabalhar nela. Ela se ajustará em segundos para corresponder a esse funcionário em particular. As ferramentas estarão preparadas, a altura e inclinação de cada estação de trabalho será ajustada de acordo com as dimensões físicas do trabalhador e com as deficiências que eles possam vir a ter. “As variáveis serão tão individualizadas quanto os próprios trabalhadores. Eles podem incluir apoios fixos, apoios para os pés ou até mesmo um design de estação de trabalho completamente diferente”, diz Labuttis.

     

    Além disso, os robôs colaborativos vão ajudar os humanos a realizar tarefas complexas. O trabalho feito na fábrica do futuro será produtivo e flexível. As pessoas irão prover a flexibilidade e os robôs irão garantir uma produção rápida e eficiente. A idade média dos funcionários na fábrica também irá mudar. Especialmente nos países industrializados de hoje, as fábricas do futuro contarão com uma força de trabalho mais velha, devido à rápida transformação demográfica que vem acontecendo.  Em 2050, o número de pessoas com mais de 65 anos no mundo, que atualmente é 500 milhões, triplicará. Nas fábricas do futuro, os trabalhadores mais velhos serão extremamente necessários pelas suas habilidades, conhecimento e experiência.

     

     

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  • Beatriz Braga Moura 10/01/2018

    Robôs, aranhas e o futuro da impressão 3D

    O crescimento da população de aranhas nos laboratórios da Siemens Corporate Technology no campus de Princeton, Nova Jersey, seria o suficiente para soarem os alarmes. Felizmente, hoje, o fenômeno não oferece risco e pode estar trazendo o futuro dos meios de produção de estruturas complexas em larga escala.

     

    Livio Dalloro, que lidera o time de Design de Produto, Modelagem e Pesquisa de Simulação no Campo de Tecnologia de Automação da Siemens Corporate Technology, é uma das pessoas que mais entende o papel desse novo grupo de aracnídeos. Com a Siemens, Dalloro vem trabalhando na concepção das Siemens Spiders. Também conhecidos como SiSpis, os “robôs aranha” foram criados para trabalharem de forma colaborativa em processos de fabricação mais complexos, como chassis de carros, cascos de navios e fuselagens de aviões. A ideia seria fazer com que as pequenas operárias, equipadas com impressoras 3D em suas pernas, pudessem trazer a precisão cirúrgica necessária para a otimização dessas demandas.

     

    Ensinando o trabalho em equipe

     

    É claro que um trabalho como “imprimir” o casco de um navio requer uma precisão técnica gigantesca. Uma tarefa que exige um número inimaginável desses aracnídeos especiais para ser feita. Para Hasan Sinan Bank, outro especialista envolvido no projeto, a solução para que os robôs consigam trabalhar em conjunto já não é tão distante. Um processo baseado em algoritmos vem sendo testado para viabilizar o planejamento de tarefas múltiplas, permitindo que os dispositivos sejam orientados a se concentrarem em um único objeto ou área específica.

     

    Para alcançar esse nível de precisão e autonomia os robôs serão equipados com câmeras e um scanner a laser que facilita a identificação do ambiente. Uma vez que entendem o alcance de seus braços equipados com impressoras 3D, eles se dividem e trabalham em áreas específicas paralelamente.

     

    A autonomia é um ponto central no controle do comportamento das aranhas da Siemens. Elas conseguem até mesmo identificar quando suas baterias estão próximas do fim e traçar o caminho de volta à central de carga, mas não sem antes transferirem seus dados para um próximo robô que continuará a operação exatamente do ponto onde seu antecessor encerrou.

     

     

    Um projeto 100% Siemens

     

    Fora estruturas como mini motores e cabos, que não fazem parte do catálogo da empresa, toda a estrutura das máquinas foi feita pela Siemens: da parte mecânica ao software. Exatamente como nos projetos de fabricação aditiva, cada componente criado virtualmente era automaticamente produzido em 3D.

     

    As SpiderBots já estão cada vez mais próximas de abrirem as portas para o futuro dessas novas cadeias de produção. Elas foram oficialmente apresentadas no Siemens Innovation Day de 2017 no Estados Unidos e você pode conhecê-las no vídeo abaixo.

    https://twitter.com/SiemensUSA/status/846464590456205312

     

     

     

     

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  • Beatriz Braga Moura 09/01/2018

    Sucesso com sustentabilidade

    Para aumentar a fabricação de produtos inovadores, a Firewire Surfboards recorreu a Siemens e ao software de design NX.

     

    Durante décadas as pranchas de surf foram feitas de um mesmo material: poliuretano (PU).  PU é um material não reciclável que é produzido e processado através de métodos demorados e nocivos ao meio ambiente. Além disso, as pranchas feitas com ele não são biodegradáveis e, consequentemente, não se decompõem quando vão para aterros sanitários. Existem evidências que mostram que essas pranchas deixam resíduos na água quando são usadas.

     

    Foi pensando nisso que em 2005 um grupo de surfistas decidiu reinventar completamente as pranchas de surf. Eles mudaram a posição dos stringers na prancha e ao invés de PU, foi utilizado poliestireno (PS), um material reciclável, mais fácil e mais seguro de fabricar. Como resultado, eles conseguiram pranchas capazes de desenvolver movimentos ágeis, estáveis, além de um produto durável.

     

    Isso marcou o nascimento do Firewire Surfboards. As pranchas da empresa com sede em Carlsbad se tornaram populares tão rapidamente que o fabricante não conseguiu dar conta da alta demanda. Foi aí que a empresa recorreu a Siemens e ao NX. Com a ajuda do software, a Firewire aumentou sua capacidade de produção em 20 vezes, mantendo uma alta flexibilidade para satisfazer a necessidade individual dos seus clientes. Kelly Slater, onze vezes campeão mundial de surf nos Estados Unidos, se tornou tão fã da Firewire que, em 2015, acabou se tornando sócio da companhia.

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  • Beatriz Braga Moura 08/12/2017

    Siemens transforma Ópera de Dubai em um espaço de concertos inteligente

    - A tecnologia de construção digital da Siemens otimiza a eficiência e segurança da Ópera de Dubai

    - A plataforma de gerenciamento de edifícios Desigo CC controla todos os sistemas através de uma interface de usuário 3D totalmente personalizada

     

     

    A Ópera de Dubai é um dos espaços de performance mais inteligentes e eficientes em termos de energia. Isso é possível graças a uma plataforma de gerenciamento de edifícios extremamente poderosa da Siemens! O edifício em forma de dhow é um centro de artes performáticas multi-formato, podendo acomodar até 2.000 espectadores.

     

    Uma característica inovadora da Ópera é a sua capacidade de alternar entre três modos de uso: de um teatro a uma sala de concertos para o modo de "piso plano", que dobra automaticamente os assentos para permitir que o espaço seja utilizado em banquetes ou salão de eventos. A tecnologia da Siemens é capaz de mudar automaticamente a lógica de resfriamento e a eficiência energética do sistema de ar condicionado para o conforto máximo dos visitantes.

     

    As operações diárias desse edifício icônico são monitoradas e controladas pela plataforma de gerenciamento de prédios mais avançada da Siemens, o Desigo CC. O sistema inteligente gera economias significativas de recursos com a integração do gerenciamento de energia, ar-condicionado, ventilação e consumo de água em uma interface 3D totalmente personalizada e gráfica. O Desigo CC também integra 14 subsistemas adicionais, incluindo controle de acesso, vigilância de vídeo, controle de iluminação, elevadores e escadas rolantes, o sistema de bateria central de emergência e uma fonte de alimentação ininterrupta, dando aos operadores um controle total sobre o desempenho operacional da Ópera. Normalmente, o Desigo CC consegue reduções nos custos operacionais de até 20% quando combinado com outras tecnologias da Siemens, como Demand Flow para refrigeração distrital, com qual a redução de energia pode chegar a 40%.

     

    “A Ópera de Dubai é um importante marco arquitetônico. Abranger a tecnologia digital mais moderna para gerenciamento de edifícios é uma parte fundamental do processo para tornar Dubai uma cidade inteligente", comenta Koen Bogers, vice-presidente executivo sênior da Divisão de Tecnologias de Construção da Siemens Middle East.

     

    Com a infraestrutura digitalizada cada vez mais importante como pilar de uma cidade inteligente com eficiência energética, a tecnologia de construção avançada da Siemens foi instalada em todo o Oriente Médio. Recentemente, a Siemens anunciou que sua tecnologia Desigo foi implementada em Dubai Parks and Resorts, o maior destino de parque temático do Oriente Médio. As instalações anteriores foram em locais como Grande Mesquita Sheikh Zayed de Abu Dhabi, a Torre Tornado no Catar, o Atlantis Hotel em Dubai e o Escritório do Futuro 3D em Dubai.

     

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  • Beatriz Braga Moura 04/12/2017

    Simulação e Realidade virtual: como entrar em uma turbina a gás

    Pesquisadores da Siemens estão desenvolvendo cópias virtuais de turbinas a gás que prometem revolucionar a manutenção e reparos preditivos. Conhecidos como gêmeos digitais, esses modelos 3D realistas, que são visualizados com os óculos de realidade virtual, são baseados em dados de sensores atualizados e no uso de inteligência artificial.

     

    As últimas turbinas a gás da Siemens contêm mais de 500 sensores, que registram continuamente condições de pressão, temperaturas, tensão dos componentes e muito mais. Os dados resultantes são avaliados por software, gerando informações que ajudam as operadoras de turbinas a rastrear facilmente os parâmetros que são cruciais para a operação.

     

    Mas esse não é o único benefício dos dados do sensor. Os engenheiros também podem usá-lo para criar um gêmeo digital - uma cópia no mundo virtual - de uma turbina para monitorar remotamente o sistema e resolver problemas de manutenção logo no início.

     

    E isso é exatamente o que os especialistas da Siemens Corporate Technology (CT) realizaram com sucesso em 2017. Na busca contínua de novos conjuntos de dados para melhorar seus algoritmos inovadores, os especialistas descobriram o que estavam procurando na Divisão de Serviços de Geração de Energia da Siemens, que forneceu os dados do sensor e os registros operacionais de uma turbina a gás de última geração.

     

    O futuro da manutenção remota

    Isso foi um golpe de sorte. "Muitas pessoas não estão dispostas a compartilhar seus dados", diz Ulli Waltinger, que dirige a equipe de pesquisa de realidade virtual CT. "Mas essa preocupação é injustificada, pois garantimos que todos os dados sejam mantidos em sigilo e anônimo, antes de começar a usá-los em nossa pesquisa". Esses conjuntos de dados são necessários, por exemplo, para melhorar algoritmos para manutenção preventiva, reconhecimento de imagem e otimização funcional. "Precisamos deles para desenvolver novas aplicações", acrescenta o membro da equipe, Felix Buggenthin, especialista em inteligência de máquinas.

     

     

    A cor do desgaste

    Depois de colocar os óculos de realidade virtual, os pesquisadores entram em um salão virtual que abriga o gêmeo virtual de uma turbina. Lá, os dados do sensor fornecidos por uma nuvem computacional representam o estado operacional da turbina, incluindo informações sobre sua temperatura de combustão e velocidade de rotação, formando coletivamente um complexo de informação multidimensional. "Começamos fazendo vários ensaios com os dados. O desafio era descrever todos os valores dos sensores de forma fácil de entender", explica Jan-Philipp Fahlbusch, responsável pelo desenvolvimento do ambiente de realidade virtual.

     

    Nesse empenho, os pesquisadores se beneficiaram do fato de que os espaços digitais podem ser manipulados praticamente de qualquer maneira. Devido à natureza virtual dos espaços, é possível usar uma espécie de "visão de raio-X" para penetrar os interiores das máquinas, por exemplo, ou para mudar as cores dos componentes, a fim de descrever as mudanças de temperaturas ou velocidades.

     

    Isso, por sua vez, permite que a Siemens simule a operação atual de uma turbina e use programas de inteligência artificial para retratar outros dados que não são facilmente acessíveis. Os exemplos incluem o uso de cores para mostrar o desgaste esperado de um componente, de modo que as medidas de manutenção rápidas possam evitar desvios desnecessários.

     

    Se uma simulação que tenha sido alimentada com dados de turbina em tempo real for colocada na nuvem, os engenheiros de manutenção podem entrar no espaço digital de qualquer lugar do planeta para resolver conjuntamente situações problemáticas, abrindo assim novas oportunidades para o portfólio da Siemens.

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  • Beatriz Braga Moura 30/11/2017

    Siemens é destaque no Guia Exame de Sustentabilidade 2017

    • A Siemens conquista o 1º lugar na categoria Governança da Sustentabilidade e está entre as empresas mais sustentáveis do Brasil no setor eletroeletrônico pelo terceiro ano consecutivo

    A Siemens, uma das líderes no fornecimento de soluções eficientes de geração e de transmissão de energia, teve duplo reconhecimento na premiação do Guia Exame de Sustentabilidade 2017, que avalia as mais eficientes práticas de responsabilidade corporativa no Brasil. Considerado o melhor na categoria Governança da Sustentabilidade, o conglomerado alemão também figura pelo 3º ano consecutivo na lista das empresas mais sustentáveis do País no setor eletroeletrônico.

    Em 2016, a Siemens criou o relatório Business to Society (B2S), uma metodologia com base na agenda de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que propõe que a companhia considere o impacto de suas atividades perante a sociedade, levando em conta pontos como educação, geração de empregos e cuidados com o meio ambiente. A iniciativa, considerada inovadora, foi essencial para que a companhia conquistasse o primeiro lugar na categoria Governança da Sustentabilidade em 2017.

    “A Siemens é uma companhia preocupada com os impactos de seu trabalho no meio ambiente. Por isso, entre outras ações, trabalhamos com o objetivo de neutralização de nossas emissões de CO2 até 2030. Para se ter uma ideia, no ano passado, só no Brasil reduzimos em 36% nossas emissões em comparação a 2014”, destaca Henrique Paiva, diretor de Relações Governamentais e Sustentabilidade da Siemens Brasil.

    O Guia Exame de Sustentabilidade foi criado em 2000 é a premiação mais importante do setor.  Atualmente, é dividida em 19 setores econômicos e 10 categorias temáticas, sendo uma delas a de Governança da Sustentabilidade.

    A cerimônia de premiação acontece dia 29 de novembro.

     

    Sobre o Grupo Siemens no Brasil
    A Siemens está presente no Brasil há 150 anos e faz parte de um conglomerado global de tecnologia que se destaca pela excelência em engenharia, inovação e qualidade. Fundada na Alemanha em 1847, a Siemens atua em mais de 200 países com foco nas áreas de eletrificação, automação e digitalização. Uma das maiores produtoras mundiais de tecnologias voltadas à eficiência energética e à economia de recursos, a Siemens é líder no fornecimento de soluções eficientes de geração e de transmissão de energia, pioneira em soluções de infraestrutura, automação, drives e softwares para a indústria. A empresa também é uma provedora líder de equipamentos médicos de imagem - como tomografia computadorizada e sistemas de imagem por ressonância magnética - e líder em diagnósticos laboratoriais, bem como em TI clínica. 
    As primeiras atividades da empresa no Brasil datam de 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua história no Brasil, a Siemens contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura. Hoje, os equipamentos e sistemas da Siemens são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada nacionalmente, 30% dos diagnósticos digitais por imagem realizados no Brasil e estão presentes em 2/3 de todas as plataformas offshore brasileiras projetadas nos últimos 10 anos. Atualmente, a empresa Siemens conta com 12 fábricas e sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento espalhados por todo o território nacional.
    Para mais informações acesse nosso website: www.siemens.com.br

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  • Beatriz Braga Moura 28/11/2017

    Siemens anuncia avanço tecnológico para usinas elétricas com maior eficiência

    • Teste e validação da tecnologia Classe HL avançada em condições reais, nas instalações de cliente
    • Novas tecnologias eficientes serão implantadas posteriormente para a carteira de turbinas a gás existentes
    • Projetada para se conectar à suíte de produtos digitais Siemens – opera com MindSphere


    A Siemens está preparando o caminho para o próximo patamar de eficiência, com o desenvolvimento de sua Classe HL. Em junho de 2017, a Siemens anunciou que a empresa vai validar as tecnologias da sua Classe HL na usina da Duke Energy no Condado de Lincoln, na Carolina do Norte. A Siemens está desenvolvendo esta classe em um passo de desenvolvimento evolutivo derivado da comprovada tecnologia SGT-8000H. As modernas turbinas a gás Siemens Classe HL utilizam uma série de tecnologias novas, porém já testadas, e recursos de projeto com a melhor experiência do passado – resultando em uma portadora de tecnologia para o próximo patamar de eficiência e desempenho. A Classe HL está preparando o caminho para níveis de eficiência acima de 63%, com meta de prazo médio para atingir 65%.


    Adicionalmente, a Siemens está ganhando impulso para implantar atualizações tecnológicas e competitividade pela transferência de importantes tecnologias recém-desenvolvidas, para a sua carteira completa de turbinas a gás. Em um futuro próximo, todos os clientes irão se beneficiar de mais aumentos de eficiência e de desempenho. Essa abordagem faz parte de uma série de atividades para ajudar os clientes da Siemens a concorrer em um mercado altamente volátil – trabalhando para reduzir significativamente os prazos e o tempo de construção, por meio de padronização e modularização.


    A nova Classe HL da Siemens é composta de três conjuntos: SGT5-9000HL, SGT6-9000HL e SGT5-8000HL. Operando em ciclo simples, resfriado a ar, as turbinas a gás SGT-9000HL fornecem uma capacidade de 545 megawatts (MW) para o mercado de 50 Hertz e 374 MW na versão para 60 Hertz. A SGT5-8000HL fornecerá 453 MW no modo de operação de ciclo simples. Todos os conjuntos atingem mais que 63% de eficiência em ciclo combinado.


    Para atingir desempenho superior, as turbinas operam em temperaturas de combustão mais elevadas. Para este fim, os especialistas da Siemens desenvolveram tecnologias de combustão avançadas, revestimentos inovadores multicamadas, recursos de resfriamento interno supereficientes, e também um ciclo água-vapor otimizado. Adicionalmente, vedações otimizadas minimizam vazamentos de resfriamento e de ar. Ao mesmo tempo, as pás 3D de projeto revolucionário estão capacitando uma maior aero eficiência para o compressor. Elementos de solução pré-definidos e pré-fabricados, assim como fornecedores e produtos pré-selecionados, possibilitam prazo de construção significativamente reduzido e partida rápida dos projetos. As turbinas são projetadas para se conectarem nas ofertas digitais da Siemens para operadoras de usinas e de concessionárias de utilidades públicas, incorporando conectividade com MindSphere, o sistema operacional da Siemens baseado em nuvem para a Internet das Coisas (IoT). O MindSphere oferece acesso a análises poderosas da Siemens e de seus parceiros – usando visões intuitivas na operação dos conjuntos e para suporte à decisão, para fornecer benefícios aos clientes.


    "Impulsionado pela digitalização, a velocidade no desenvolvimento da tecnologia está ganhando impulso rapidamente no setor de geração de energia," disse Willi Meixner, CEO da Siemens, Divisão Power and Gas. "Gastamos 10 anos, de 2000 a 2010, para aumentar a eficiência das nossas usinas de energia elétrica de ciclo combinado, de 58 para 60% e mais seis anos para atingir 61,5% em 2016, agora estamos dando o próximo passo para chegar a 63% e mais ainda. Isto é incrível. Entretanto, sabemos que velocidade e eficiência apenas não são suficientes – confiabilidade e a economia de nossas soluções, e também parceria, assistência financeira e aplicação se seguros também são fatores importantes para nossos clientes," disse Meixner.


    Para minimizar os riscos do cliente, a Siemens está seguindo uma abordagem de validação e testes ampla e completa. Depois dos testes de componentes e testes do protótipo nas instalações da Siemens, a empresa agora está buscando validar o produto em condições de campo reais. "Com a nova Classe HL nossos clientes estarão preparados para qualquer coisa que digitalização vier a trazer no futuro," acrescentou Meixner.


    "Estamos vendo as energias renováveis crescendo rapidamente em todo o mundo, entretanto usinas térmicas a gás ainda terão um papel vital no mix energético nas próximas décadas," disse Meixner. "Com uma crescente participação de energia de flutuação a partir de fontes renováveis, a flexibilidade será uma característica fundamental das turbinas a gás da Siemens Nossa Classe HL oferece uma rampa de potência de 85 MW por minuto, em ciclo simples. Portanto, turbinas a gás altamente eficientes e flexíveis, como as da nossa Classe HL, estão perfeitamente adequadas a sistemas de energia com uma participação rapidamente crescente de energias renováveis flutuantes," disse Meixner.

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